Mostrando postagens com marcador cinema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cinema. Mostrar todas as postagens

Filme: Escritores da liberdade


Quando chegamos a uma determinada idade (falando claramente a partir dos 30 anos), alguns questionamentos e medos que antes não existiam em nossas vidas começam a marcar presença constante em nossa mente. Chegamos ao ponto em que vemos os primeiros sinais da maturidade. Aos 33, o rostinho já demonstra isso. Eu que o diga.
Vivemos em um mundo onde temos de ser perfeitos em tudo, principalmente, nós mulheres. Temos de ser: ótimas trabalhadoras (perfeitas e absolutas em nossa profissão); mães maravilhosas (ligadas nos filhos 24 horas por dia); esposas ou namoradas presentes e sexualmente fantásticas (dedicação integral aos nossos maridos e companheiros sem pestanejar); donas de casa exemplares (a casa deve estar em perfeitas condições, sempre limpa com nada fora do lugar); lindas e maravilhosas (cheirosas e belas ao longo dos 365 dias do ano, sem direito a unhas sem pintar, cabelos brancos, roupa desleixada e etc); inteligentes e culturalmente sábias (estudos e leitura em dia, sem atraso e sem desculpas); amiga (aberta a ajudar nossos amigos e familiares sempre que formos solicitadas). Enfim, são tantos afazeres que me pergunto: como dar conta de tudo isso? E a resposta é uma só: não dá, impossível, não tem como nos virarmos em mil, quando somos uma só.
Embora esta introdução não tenha nada haver sobre o assunto de hoje, (é so um desabafo e uma forma de iniciar o texto) decidi escrever um pouco a respeito de um filme que revi recentemente e me ajudou a descontrair a mente, apesar de ser um tema para reflexão. Por coincidência, ele conta a história de uma mulher que teve de abdicar de algumas coisas em prol de um objetivo. Após assistir ao filme, vocês irão entender do que estou falando.
Escritores da liberdade, meus amigos, é um daqueles filmes excepcionais que temos a obrigação de assistir e refletir sobre o contexto ali apresentado.
Baseado em uma história real e muito bem interpretado pela "fantástica Hilary Swank", a história fala de uma professora de literatura que nos da uma lição de amor a profissão e superação. Guerreira, corajosa, perseverante, obstinada, são algumas das qualidades desta mulher que demonstra o quanto podemos sim, vencer algumas barreiras e obstáculos que encontramos em nosso caminho. Claro, que não iremos salvar o mundo em sua totalidade, mas, temos como fazer nossa parte. Basta, segundo sua visão e percepção, tentar.
Na trama, a professora Erin, uma mulher de talento que segundo seu pai: "deveria seguir outra profissão", inicia seu trabalho em uma escola onde sua turma é composta por alunos pobres, marginais e oriundos das mais diversas etnias e grupos. Muitos deles sobrevivem em meio a total falta de infraestrutura material, social e principalmente emocional, vivendo em famílias desestruturadas sem perspectiva de nada.
Neste contexto, estes jovens são obrigados a frequentar a escola. No entanto, eles não encontram neste lugar nenhuma ajuda ou solução para seus problemas e dúvidas. Cada um vive em seu mundo particular sem perceber ou enxergar a realidade da pessoa que esta a seu lado. A escola, enquanto instituição, não consegue passar a eles um sentido de comunidade, sociedade, grupo, coletividade. Ao contrário, ela, de certa forma, os ajuda a viverem o individual.
Após perceber as dificuldades para cumprir seu trabalho, Erin decide reformular seu método de ensino, conhecer seus alunos, entender seu comportamento e mediante isto, apresentar a estes jovens algo que eles nunca haviam visto, ou seja, o outro. Ela muda para ajudá-los a mudar. Um dos fios condutores utilizados é apresentar a eles "a história dos judeus". Através do sofrimento e da dor que daquele povo, ela almeja ensiná-los a se reconhecerem naquele grupo, enquanto iguais, embora tenham vivido em épocas totalmente opostas, ambos têm muitas coisas em comum. E para isso, ela utiliza como uma de suas ferramentas um dos livros clássicos de nossa literatura "O diário de Anne Frank". Em uma das cenas assistimos a jovem professora e seus alunos visitar o "museu do holocausto". Local onde é contada toda a história de um dos povos mais perseguidos pela humanidade em nosso planeta. Perfeita a idéia!!! Objetivo alcançado com sucesso.
Além disso, ela aproveita essa aproximação com seus alunos para lhes entregar um caderno que irá se transformar em um pequeno diário. Ali cada um terá a oportunidade de contar um pouco de sua vida, seus sentimentos, dores, dúvidas, enfim, seus problemas. Assim, ela passa a conhecer intimamente cada "ser humano" que frequenta suas aulas.
A partir daí, seu trabalho começa a dar resultados. Idéias novas surgem. Atitudes diferentes começam a ocorrer. Gestos capazes de alterar a percepção de vida. Aqueles alunos antes apáticos, individualistas e mal educados, se transformam em jovens interessados, alegres, companheiros, amigos e confiantes. Pensamentos positivos e novas perspectivas de vida. Uma reviravolta que transofrma a vida de todos, tanto de seus alunos como a sua.
Evidente que no meio do caminho ela busca ajuda por parte de sua instituição, levando a diretora e a alguns colegas todas as dificuldades de sua turma no intuito de conseguir ajuda, dando sugestões para melhorar a vida daqueles meninos e meninas. Porém, o que ela escuta são palavras ruins e duras que a desencorajam a seguir suas idéias. Felizmente sua determinação é tão latente que os obstáculos encontrados não a desanimam ou a fazem desistir. Pelo contrário, dão-lhes mais ânimo para seguir em frente.
Enfim, que todos que ainda não assistiram, por favor, vejam, pois a mensagem e o ensinamentos ali deixados são maravilhosos.

O bom filho a casa retorna. To de voltaaaaaaaaaaaaaaaaa


Olá meus amigosssssssssssssssssssss!
Como todo bom filho, estou de volta e muito feliz por poder retornar. Depois de um período movimentadíssimo, cheio de trabalho e muita, mas muita obra, enfim, minha casa está pronta e a partir de agora, voltarei a fazer duas coisas que mais gosto: escrever e ler. Obrigada pelos comentários carinhosos e o apoio dado. Fiquei imensamente feliz pelas palavras lindíssimas dirigidas a mim.
Agora, vamos ao que interessa, ano novo, casa nova, vida nova. Ja estou morando em minha casa com meu filhote. Posso dizer com todas as letras que "sou uma verdadeira chefe de família". Agora é pra valer e não tem mais volta. O negócio é seguir em frente encarando o medo, com coragem e determinação. Essas mudanças trouxeram também alguns questionamentos e dúvidas, quanto a esta nova fase de minha vida. Por conta disso, passei uns momentos difíceis e diferentes. O stress, as preocupações cotidianas e as responsabilidades para com meu filho e minha vida me atingiram de forma forte. Porém, com ajuda de minha terapeuta, familiares e amigos, consegui detectar a tempo. Com isso, tenho de cuidar mais de mim. Escrever é uma das coisas que preciso fazer para restabelecer meu completo bem estar. Eu amo escrever, principalmente sobre cinema. Isso me dá prazer e alegria. Investir em coisas boas e prazerosas deverá ser minha meta daqui para frente.
Portanto, o cinecabeça 2010 está de volta, com toda força e cheio de gás. Infelizmente, pela vida e pelas responsabilidades que assumi não poderei mais postar 2 ou 3 textos por semana. Meu tempo será mais curto, porém, uma vez por semana, com certeza, apresentarei para vocês um assunto novo, englobando sempre este mundo maravilhoso da sétima arte. Tentarei na medida do possível, ler os textos de vocês meus amigos, com carinho e atenção.
Confesso e admito que não poderei ler todos, então, selecionarei alguns para ler e comentar. As visitas serão mais rápidas, porém a qualidade e minha palavras serão honestas e sinceras, o que álias é uma característica minha. Não sou de falar aquilo que não sinto ou que não gosto. Procuro ser franca em minhas opiniões, como espero que vocês sejam comigo. Inclusive no meu último texto, que falou sobre o filme "O iluminado", ápos ler o comentário de alguns amigos, admito que fui muito grosseira ao expressar minha opinião sobre a atuação de Shelley Duval. Terei mais cuidado da próxima vez.
Bem, no mais, obrigada por tudo, vocês são super legais, senti uma "puta" falta de vocês, mas, a partir de hoje as conversas e os bate papos gostosos e saudáveis serão retomados.
Um beijinho super carinhoso desta balzaquiana que lhes escreve.

Haja testosterona


É, cada um vive a vida do jeito que acha melhor. Alguns pautam ela no sucesso profissional, outros no financeiro, outros na vida pessoal, alguns na vida religiosa, outros querem so curtir sem compromisso com nada e existem aqueles que querem somente "transar", ou seja, conquistar e digamos assim levar para a cama, todas as mulheres ou homens que cruzam seu caminho.
Nesta semana, lendo o comentário de um amigo no blog de outro, descobri que o famoso "Warren Beatty" teve o "prazer" de levar para sua cama, ou qualquer outro lugar, pois nessas horas não podemos desperdiçar as oportunidades e qualquer cantinho ajuda, nada menos do que 12.775 mulheres. Meus caros, não vou enganar vocês é muita mulher. E com o perdão da palavra, haja disposição. Um recorde para mim, uma humilde mortal que com certeza nunca chegara a tão grande patamar.
Ápos saber de tal fato, fui pesquisar na net sobre a veracidade da informação e constatei que foi escrita mais uma "bibliografia não autorizada" contando sobre sua vida artística e sentimental, ou melhor sexual. O autor Peter Biskind afirma que "mulheres e sexo" foram a perdição da vida de Wb, ou melhor sua alegria.
Visto como um dos atores mais bonitos e charmosos do cinema, além que conquistador também, Warren Beatty colecionou ao longo de sua trajetória filmes de sucesso e mulheres, muitas mulheres. Em sua filmografia temos: "Bonny e Clyde" (um filme maravilhoso, baseado em fatos reais, dirigido pelo soberbo Arthur Penn e protagonizado pela charmosíssima Faye Dunaway. Na trama vemos um casal de assaltantes curtirem e aproveitarem sua doce vida roubando e aterrorizando todos os que se metem em seu caminho. Fabuloso); "Reds" (um bom filme dirigido pelo próprio WB, ganhador do oscar de melhor direção que teve como parceira a elegante Diane Keaton. Conta a história do jornalista John Reed); "Clamor do sexo" (outro excelente filme, dirigido pelo famosíssimo Elia Kazan e protagonizado pela carismática Natalie Wood. A história se passa na década de 20 e é pautada no interesse sexual de um jovem por uma bela moça. Ambos desejavam um ao outro de forma intensa. No entanto, a sociedade da época, muito conservadora era repleta de regras morais onde o sexo e o desejo eram vistos como tabu. Ótimo); "O céu pode esperar"(um filme tão fofinho e leve. Aqui WB é um jogador de futebol que vai para o céu antes da hora. Então, ele é mandado de volta para a Terra, so que dessa vez no corpo de um empresário. A partir daí uma série de confusões são armadas por ele. Muito divertido).
E ainda: "Bugsy" (não é um de seus melhores filmes); "Lilith" (Razoável); "Dicky TracY" (chatinho), dentre outros. Enfim, um ator talentoso que enveredou também pela direção, alcançando um relativo sucesso com Reds. No entanto, o que marcou de fato sua vida foi sua quedinha pelas mulheres e seus casos com as grandes estrelas de Hollywood. Fato este conhecido do grande público. Em 1992, ele casou-se com a atriz Annette Bening e pelo que sei, está com ela até hoje.
Independente de qualquer coisa, para mim o que vale e importa é sua vida artística, seu legado enquanto ator e diretor, pois isto ficará para sempre. Porém, confesso: não acredito que o cara tenha chegado a este número. Sinceramente, é muito. E cá entre nós, um quantitativo destes enche o ego de qualquer homem.

Abrindo 2010


Ano novo, vida nova. Ou melhor, idéias novas, ou quem sabe antigas que serão transformadas em novas. Que cada um curta muita os 365 dias de 2010.
Neste novo ano o cinema e seu fabuloso mundo está ai para nos animar e oferecer histórias repletas de: drama, suspense, mistério, amor, ciúmes, alegria, dor, verdades, mentiras, tristezas, traições, paixões, sexo, tesão, atração, fetiches, erotismo e tudo o mais que pudermos imaginar. Vamos aproveitar tudo de bom que ele pode nos proporcionar.
E para começar, vou fazer uma pequena homenagem cinematográfica a "um serzinho" tão especial e encantador que trouxe a minha vida: alegria, felicidade, paz, sentido e o mais importante me ensinou o quão gostoso é ser mamãe. Meu filho Victor Hugo, completou 3 aninhos no dia 02 de janeiro. Uma data festiva. Então, nada melhor do que iniciar o ano, já que estamos no período de férias escolares falando de filmes infantis. Alegria e diversão para a garotada de plantão e para os marmanjos também, afinal eu adoro desenhos. Vamos lá:
A) O rei leão = desenho de 1994. O vi pela primeira vez no cinema. Fez um baita sucesso e até hoje a galerinha curte de montão as aventuras do Rei Simba, um jovem leão guerreiro e carismático que conquistou todo o planeta. Perfeito e lindo!
B) A bela e a fera = desenho de 1991. Se existe um desenho que expressa de forma sincera e verdadeira o amor é este aqui. Sempre considerei a história de amor de uma jovem muito bonita por um animal feio e grosseiro tão tocante que acreditem, a primeira vez que o vi, chorei e até hoje de todos os clássicos infantis já escritos este é o melhor. Nada contra "bela adormecida, cinderela, rapunzel e branca de neve", so que não cola a mesma história de sempre né: jovens lindas e perfeitas que se apaixonam por um príncipe lindo e perfeito. Manjado e fora da realidade. Por isso, a bela e a fera na minha percepção foge a "este padrão pré estabelecido de amor", baseado na aparência e na perfeição. Lindo demais.
C) Toy store = desenho de 1995 e um dos meus preferidos. Tanto o primeiro quanto o segundo são muito bons. Espero que o terceiro que será lançado neste ano seja tão bom quanto os outros, pois lá se vão 10 anos entre o segundo e o terceiro. Woody (um caubói) é um dos brinquedos prediletos do pequeno Andy. No dia de seu aniversário, ele ganha o boneco do Buzz Lightyar (um austronauta). A partir daí, uma série de aventuras e muita confusão começam na vida destes pequenos personagens e de sua trupe. Fabuloso! Idéia muito original.
D) "Procurando Nemo" = desenho de 2003 e a história é tão real repleta de mensagens positivas e um pequeno alerta para alguns papais e mamães que superprotegem seus pequenos filhotes. Um cuidado que devemos ter. Na verdade, este é um filme feito para adultos. As crianças são meros expectadores. Já os adultos que os assistem percebem claramente o objetivo de tal idéia e até se identificam com alguns personagens. Muito bem feito. Brilhante!
E) "Shrek" = desenho de 2001 e uma das história mais inteligentes que o cinema infantil ja criou. Nota dez pela criatividade. Na trama, o personagem título do filme é um ogro que vive em paz em sua casa. Repentinamente sua tranquilidade é abalada e por causa disso ele é obrigado a salvar uma jovem princesa das garras de um dragão. No desenrolar do enredo, ele salva a princesa, se apaixona por ela e vice versa e ambos passam alguns bocados para terminarem juntos. No final, a bela princesa se tranforma em uma ogra gordinha e fora dos padrões de beleza. Teve mais duas continuações, sendo a segunda muito boa e a terceira fraca. Pelo que andei lendo em 2010 teremos o 4º episódio da saga.
F) "Madagascar" = desenho de 2005 super alegre, colorido e divertidíssimo. Na trama vemos 4 grandes amigos: o leão Alef, a girafa Nelman, a zebra Marty e a hipopótama Gloria que vivem em um jardim zoológico de Nova York se meterem em uma confusão. Em um determinado dia Marty decide expandir seu horizonte e foge. Seus amigos partem em sua busca. E consequentemente, todos são presos e despachados para Africa. Porém, vão para em Madagascar. Aventuras, confusão, músicas e dança alegram a garotada nesta divertida história sobre amizade e descobertas. Temos 5 figuras hilárias também, o rei Julien e 4 pinguis.
G) "A era do gelo" = desenho de 2002 e fofo demais. Lindo, singelo, cativante, meigo, divertido. A mensagem dele é muito bonita e mostra o quanto devemos valorizar nossos amigos e procurar fazer o bem da melhor forma que pudermos. Não importa como, mas faça. Adoro o mamute Many, a preguiça Sid, o tigre Diego e o esquilo Scrat. Ganhou mais duas continuações, sendo a segunda bem feita e história legal também. Já o terceiro é fraco e poderia ter rendido mais.
E mais: "Vida de inseto", "Ratatouille", "Carros", "Wall-E", "Up - altas aventuras", "Monstros SA", "Os incríveis", "Kung fu panda", "Bee movie", "O espanta tubarões", "Os sem floresta", "Alvin e os esquilos", "O galinho Chicken Litlle", "Happy feet, o pinguim", "Por água abaixo", "horton e o mundo dos quem", " Robôs", "Alladin", "A pequena sereia", "A princesa e o sapo", "Planeta 51", "Carros", "Lilo e Stich", etc.
Divirtam-se.

Avaliando 2009 e pronta para 2010


2009 foi um ano repleto de coisas boas. Pelo menos, não posso reclamar: consegui pagar as contas, levantar dois cômodos em minha casa (a cozinha e o quarto de meu filho), não me meti em nenhuma dívida, to trabalhando, to com saúde, fiz um plano de TV por assinatura (um sonho antigo que realizei), minha família esteve ao meu lado, minha irmã esta se recuperando de forma rápida e meu filho está crescendo bem e feliz. E claro, em agosto por incentivo do meu amigo Marcelo (diz que fui por ai) criei o "cinecabeça" e por intermédio dele tive a chance de conhecer pessoas tão legais e bacanas, trocar idéias e dicas, aprender coisas novas sobre "o mundo do cinema".
O mais importante foi resgatar uma coisa que eu sempre amei e que por circunstâncias da vida havia deixado de lado, "o meu amor ao cinema". Cinema foi e sempre será um dos meus "amores". Não preciso dizer o quanto eu gosto disso e o quanto ele me dá prazer. Claro que existem outras coisas que me dão prazer também, mas isto é assunto para um outro texto..rs
Criado em agosto, foram 35 textos. Vários filmes vistos e comentados. Mais de 30 seguidores. Amigos novos e super legais que em comum amam escrever e expressar seus pensamentos e idéias. Então, vou fazer um pequeno resumo do que mais gostei neste ano:
1) Dos textos que escrevi: relembrei o quanto eu gosto de externar meus pensamentos e opiniões;
2) Dos cinéfilos e cinélias que conheci: foram tantos, pessoas simples que como eu gostam de cinema;
3) Dos amigos e amigas que falam sobre outros assuntos: além do cinema, tive a chance de conhecer outra turma que adora falar de coisas atuais e muito interessantes;
4) Dos Filmes citados: gostoso demais relembrar de cada um;
5) Do carinho recebido: um montão;
6) Dos filmes que assisti no cinema neste ano: foram mais de 20 e há muitos anos eu não conseguia ver tantos assim. Alegria pura;
7) Dos textos que li: descobri tantan coisas novas e boas sobre o cinema e outros assuntos. Adorei ler cada um.
Um beijinho super carinhoso para: Marcelo (diz que fui por ai), Thiago (conexão tv cinema), Reinaldo (claquete cultural), Amanda (cinepipocacult), Cristiano (apimentario), Marcelo Cetreus (cinemotica), Jaime (Grooeland), Hugo (cinema, filmes e seriados), Cleber (club cinefilo), Mateus (cinema para desocupados), Ilani (experiência diluída) , Caio (O anagrama), Ana (Bones), Plutonauta (direto de plutão), Rodrigo (cinema rodrigo), Marcio (porraman), Rafael (cinema sem tempo), Geisa (a força e a beleza de ser mulher), Thiago MB (no mundo agora), Cecília (cenas de cinema), Renan (Renanbarretoonline), Daniel (it was red), Carol (apenas uma menina), Renato (cineFreud), equipe do fotograma digital, Leonardo (blog do Z), Marcela (mahjestic), Cassiano (museu do cinema), Alex (cineresenhas), Ygor (moviemento), Armando (fetiche de cinema), Daniel Brito.
Obrigada por tudo e estaremos juntos em 2010. Feliz ano novo!!!!!

E papai noel lembrou-se dessa apaixonada por cinema


Enfim, é dia de natal. Momento de confraternização, alegrias, abraços, comidas gostosas e troca de presentes. Em minha casa todos os anos, desde que me entendo por gente, cumprimos o mesmo ritual. Na véspera de natal, comemos um delicioso e saboroso "Bacalhau à Gomes de Sá" (família portuguesa) e no dia almoçamos um "Peru, chester ou tender assado". Tradição que segue de ano em ano e acredito irá durar por um bom tempo. Afinal, meu pai um senhor de 76 anos não abre mão de ter sua pequena família (eu, minha irmã e meu irmão) reunida junto dele.
Neste natal, papai noel foi muito bom comigo. Ganhei alguns presentes e sabem do que mais gostei? Isso mesmo DVDS de filmes antigos. Foram 6 no total. Vocês podem imaginar a minha alegria né, afinal, quem me conhece sabe o quanto eu amo cinema, principalmente filmes antigos. Portanto, não existe presente melhor para um cinéfilo do que um bom filme.
Então, resolvi escrever e indicar para vocês estas maravilhosas e fantásticas películas que fizeram do meu natal uma data muito alegre, pois eu adoro ganhar presentes, ainda mais filmes. Vamos lá:
1) ABBA live TV - bem, este aqui não é um filme, mas um show com várias cancões deste grupo sueco que fez muito sucesso nos anos 70. Eu simplismente adoro este grupo. Para mim eles são demais. Aprendi a gostar deles, graças a minha irmã. Quando eu era pequena, tinhas uns 5 anos, minha irmã tinha uma fita cassete deles (tenho essa fita até hoje) e a escutava direto, e eu ficava perto ouvindo. Achava uma delícia as músicas e a batida. E o gosto ficou. E o cinema, já utilizou muitas de suas músicas em grandes sucessos, como: "Priscila, a rainha do deserto", "O casamento de Muriel" e "Mamma mia". Já fui chamada de brega, cafona e antiquada por muitos colegas e amigos, mas não importa. Eu gosto e ponto.
2) E o vento levou - um clássico do cinema, cultuado por gerações. Lá se vão 70 anos de seu lançamento e até hoje é considerado um dos grandes filmes que o cinema já produziu. Produzido por David O Selzenick, dirigido pelo famoso Victor Fleming e protagonizado pelos astros Vivien Leigh e Clarck Gable, ele ganhou 10 oscar. Um dos maiores vencedores desta premiação. Um filmaço que vale a pena qualquer amante da sétima arte assistir.
3) Anna e o Rei de Sião - filme de 1946, protagonizado por Irene Dure, que ganhou outras duas versões, protagonizadas respectivamente por Deborah Kerr (1956) e Jodie Foster (1999). A trama gira em torno de um professora inglesa viúva que muda-se com seu filho para um país chamado Sião e lá será responsável por educar os filhos do rei. Ápós algumas dificuldades iniciais de adaptação aquele terra e ao modo de vida local, aos poucos Anna se aproxima do rei e consegue modificar algumas de sua atitudes e pensamentos. Lindo.
4) Sete noivas para sete irmãos - filme de 1954, um belo musical protagonizado pela linda Jane Powell e pelo simpático Howard Kell. Na trama, vemos uma família composta por sete irmãos, todos solteiros que moram em uma fazenda sem pai e sem mãe. Adam, o irmão mais velho, decide ir a cidade e se casar. Ao chegar, conhece a jovem Milly e se apaixona. Já casado, leva sua bela esposa para morar com ele e seus irmãos. Rapidamente todos percebem que precisam se casar também e a partir dái, uma série de confusões acontecem na vida desta família. Um lindo musical, dirigido pelo conhecido Stanley Donen ("cantando na chuva", "cinderela em Paris" e "o pequeno príncipe") fez muito sucesso na época de seu lançamento. Passou uma trilhão de vezes na sessão da tarde. Alegre e super jovial, pois os hormónios estavam em polvorosa na vida daqueles jovens rapazes.
5) Ladrões de bicicleta - filme italiano de 1948, dirigido pelo famoso Vittorio de Sica. Uma história e tanto. Linda demais. Nos faz pensar e refletir sobre a vida. A história se passa na Italia do pós guerra. Antonio Ricci um pai de família desempregado, precisa trabalhar. Para conseguir um emprego como colador de cartazes é necessário que ele tenha uma bicicleta. Como ele não possui este meio de locomoção, ela da um jeito e consegue uma bicicleta. No entanto, após ser roubada e entar em desespero, ele incia uma empreitada ao lado de seu pequeno filho para recuperá-la. Lindo. O filme trata de questões fortes como: pobreza, miséria, falta de perspectivas, desemprego, mercado de trabalho, sofrimento, dentre outras. Como o filmé é de 1948, seu diretor soubre retratar de forma muito clara, as dificuldades que muitos homens passaram naquele período. Assistam. O filme é espetacular.
6) Ginger e Fred - filme de 1985, dirigido pelo conceituadíssimo Frederico Felini e protagonizado pelos famosos Marcelo Mastroiani e Giulietta Masina. Na trama, dois amigos que no passado foram dançarinos, imitando a dupla Fred Astaire e Ginger Rogers, se reencontram após anos separados em um concurso de dança que será apresentado pela TV. Uma homenagem deste excelente cineasta aos grandes musicais que fizeram sucesso na era de ouro de Hollywood. Muito bonito.
Espero que todos gostem.

Algumas dicas: 2 novas e 1 antiga


Neste sábado, 19 de dezembro, tirei o dia para curtir com meu filho e o levar ao cinema. Desde o final de novembro estava tentando sair com ele. So que final de ano, vocês sabem como é, muito trabalho e o cansaço nos domina depois de um ano cheio de atividades. Aproveitei para vermos dois filmes que eu (mais do que ele) queria assistir: "Planeta 51" e "A princesa e o sapo", último lançamento dos estúdios disney.
"Planeta 51" é um desenho razoável. O tema poderia ter rendido mais. Sinto que deixou a desejar em algumas partes e estendeu-se demais em outras. Na história um rapaz chamado Lem vive em um planeta que leva o título do filme. Seus habitantes (homens e mulheres verdinhos) tem um grande medo de um dia serem invadidos por alienígenas, inclusive seu grande amigo Skiff é fanático por histórias de terror. Por acaso, Chuck um astronauta americano, aterriza em sua terra e a partir daí, uma série de confusões acontece na vida de Lem e Chuck. O jovem rapaz tenta ajudar o astronauta a voltar para seu planeta. Imagens bonitas, um desenho bem realizado, no entanto, não foi tudo aquilo que eu esperava.
"A princesa e o sapo" me surpreendeu. Produzido pelos estúdios Disney, na trama vemos a primeira princesa de contos de fada negra da história do cinema. Um marco e uma vitória. Depois da gordinha e robusta Fiona de "Shreck", finalmente vemos uma personagem principal diferente dos padrões de beleza que sempre apresentaram jovens branquinhas, pálidas e loirinhas, vide Rapunzel, Cinderela, A bela adormecida, dentre outras. Na história vemos uma protagonista jovem que trabalha e vai em busca de seus idéais, moderna e também sonhadora, totalmente diferente das mocinhas românticas do passado. Ponto para o estúdio que acertou em cheio ao contar uma história simples, cheia de magia e encanto, condizente com o século 21.
A tardinha ao chegar em casa, depois de dar um banho no meu filhote, botá-lo para tirar um soninho, e tomar um gostoso e relaxante banho também, afinal não sou nenhuma porquinha liguei no TCM e me deparei com o filme "Tarzan e sua companheira", um dos 50 filmes para você ver antes de morrer, que ja está na 3ª edição. Comecei a ver, por acaso e adorei.
Filme americano de 1934, produzido pelo estúdio MGM. Foi protagonizado por Johnny Weismuller, um ex nadador que foi recordista mundial e ganhou algumas medalhas nas olímpiadas em que participou, se tornou o mais conhecido dentre todos os tarzans cinematográficos (depois deste ele atuou em mais 10 filmes da série) e Maureen O'Sullivan, mãe da atriz Mia Farrow, trabalhou em 1940 na primeira versão de "Orgulho e preconceito", famoso romance da escritora Jane Austin.

Vemos uma história que contém cenas consideradas fortes para a época. Antes de iniciar a sessão um narrador conta um pouco da história do filme e curiosidades sobre ele. Ao ser lançado algumas cenas foram cortadas e anos mais tarde foram reeditadas e acrescentadas ao original. Uma das mais interessantes, mostra Jane tomando banho de rio nua ao lado de Tarzan. Ela aparece como veio ao mundo, sem nadinha para esconder. Foi utilizada uma dublê para as cenas e olha muito bonita. Na minha opinião percebi um fortíssimo "apelo sexual" na relação entre Jane e Tarzan. Em outra cena assistimos um homem se despindo e tomando banho em uma banheira. Além da tanguinha de Tarzan e das curvas a mostra da bela Jane. Outra curiosidade foi a de que antes deste filme não haviam regras tão rígidas para o corte de cenas. Posteriormente, em 1934 foi criado o "Hollywood Production Code" que proibia a exibição de: sexo, homens e mulheres nus, adultério, drogas, homossexualismo, desmoralização da religião e da família, prostituição, dentre outras coisas. Código rígido que fez com que muitos filmes fossem refeitos e reescritos.
Jane vive bem e feliz ao lado de Tarzan na Selva. Antes de escolher está vida, deixou para trás um noivo. Este decide se aventurar pela Africa na tentativa de reconquistar Jane e conseguir enriquecer com o comércio de marfim. Para isto, chama um amigo e organiza um safari na intenção de conseguir seus objetivos. Em seu caminho aparecem uma tribo de canibais que querem matá-los. Eles acabam se deparando com Tarzan e reencontrando Jane que fica feliz ao rever o ex noivo. Após isso, uma mentira leva Tarzan a ser salvo por seus amigos animais e coloca a vida de Jane em risco.
Cenas, paisagens, narrativa corajosa e direção bem cuidada tornam este filme um clássico que vale a pena ser visto por aqueles que curtem um bom filme.

Não resisti, 500 dias com ela me conquistou!

Sexta-feira, dia 20 de novembro, feríado aqui no RJ, em virtude do dia da "Consciência negra". Dia de sol, temperatura beirando os 40 graus, um calor infernal. A noite fui ao cinema com meu amigo Marcelo, do blog "Diz que fui por ai", assistir a "500 dias com ela". Há muito tempo queria ver este filme, pois li diversas resenhas sobre ele e críticas também, elogiando a qualidade do roteiro. Valeu a pena. Todos acertaram.

Não resisti ao filme, e decidi falar sobre ele, pois me identifiquei demais com o personagem principal, chamado Tom e super bem interpretado pelo Joseph Gordon Levitt (10 coisas que odeio em você). Ao contrário dos filmes românticos que vemos por ai, o sonhador que acredita no encontro de almas gêmeas é interpretado por um homem. E o realista que não acredita no amor e só quer curtir o momento, sem grandes perspectivas, é interpretada por uma mulher, a personagem Summer, da bela Zooey Deschanel (Fim dos tempos e Sim, senhor).

Desde novinha, sempre acreditei (na verdade me fizeram acreditar) que um dia encontraria o "grande amor de minha vida", aquele homem perfeito, sem defeitos, trabalhador, bom caráter, lindo, que acima de tudo iria me amar pela vida inteira. Me aceitaria do jeito que sou, com meus horríveis defeitos e minha chatice. Ai, que mentira! Até um tempinho átras, acreditei de corpo e alma nessa falácia. Com o amadurecimento e algumas experiências pessoais, percebi que isto não existe. É uma ilusão que colocam em nossa cabeça. Até entendo porque nos passam essa idéia. No fundo, no fundo, nossos pais querem nos preservar de dores e frustações. E toda mãe, sonha em ver sua filha feliz, ao lado de um bom homem. Minha mãe sonhava com isso e me educou para isso. Infelizmente, esta visão "romanceada" da vida me fez perder algumas oportunidades e ajudou a criar em minha cabeça, uma falsa verdade sobre o amor.

O filme tenta desmitificar está idéia. E o roteiro é muito bem escrito e as idéias bem elaboradas. A direção ficou a cargo do estreante Marc Webb.

Na trama, Tom é um jovem rapaz que trabalha como desenhista de cartões em uma empresa. Formado em arquitetura, este não é o trabalho com a qual ele sonhou. Lá, ele conhece a jovem Summer, assistente de seu chefe. De cara, ele encanta-se com o ar leve e tranquilo dela. A partir desse dia, o primeiro de 500, contados de forma aleatória, o diretor opta por não dar uma sequência cronológica, vemos as aventuras e desilusão deste jovem. O início, encantador e mágico, o meio, gostoso e alegre e o final triste e sofrido. Summer, não nutre o mesmo sentimento que Tom demonstra ter por ela e isso faz com que num determinado dia, por volta do 185, as inevitáveis crises comecem. Sofrimento, angústia e dúvidas, levam nosso personagem a tentar entender o porque dela não sentir o mesmo por ele.

No fim, após dias de depressão, amargura, bebedeiras e desilusões, Tom toma uma decisão, resolver pedir demissão de seu emprego e busca uma oportunidade dentro de sua área, a arquitetura. E já conformado, num dia, por acaso, encontra Summer, casada. Uma conversa amigável e sincera, mostra a Tom que a vida não é objetiva e linear da forma como ele acreditava e que as vezes o que parece ser o certo para um não o é para o outro. Summer, gostou de Tom, do jeito dela. No entanto, ainda não era ele o homem pelo qual ela se apaixonaria. Somente, depois de conhecê-lo e de aprender algumas coisas com ele, ela finalmente encontrou o "seu amor". Uma surpresa. E Tom, mais amaduro, enfim, consegue compreender que o amor pode ter várias nuances e acontece de uma forma imprevisível, ocasional, sem esperarmos. Vide a cena final, em que ele fala que "o amor não é algo cósmico e sim um sentimento terreno e humano". Define de forma perfeita, este sentimento. E quem sabe agora, ele não encontre um amor.

Uma das melhores sequências, mostra Tom, depois da primeira noite com Summer, indo trabalhar, com um sorriso de alegria e felicidade nos lábios. Uma bela música, com direito a coreografia e passarinho azul, marcam a cena. Engraçadíssima. A trilha sonora é ótima. The Smiths, Doves e Patrick Swayze marcam presença.
Enfim, uma comédia nada romântica que não deixa de ter sua pitadinha de romance.

A MGM, quem diria, está à venda!




Na segunda-feira, dia 16, lendo o jornal "O globo" on line, me deparo com a seguinte manchete: "Gigante de Hollywood, MGM anuncia que está à venda". Caramba, levei um susto. Rapidamente, comecei a ler a matéria para saber detalhes. E lá descubro que em virtude de dificuldades econômicas, seus diretores decidiram procurar novos parceiros. Embora, não admita, me parece que o grande estúdio, esta com uma enorme dívida com seus credores e um dos caminhos encontrados para sanar tal problema seria este.
Desde que me entendo por gente, sempre considerei o MGM um dos grandes estúdios de cinema do mundo. Uma pena saber que esta na situação em que se encontra.
Originada da fusão de três estúdios: "Metro Picture Corporation", "Goldwin Picture Corporation" e "Louis B Mayer Corporation", em 1924, ganhou o suntuoso nome MGM, marca conhecida, principalmente pelo seu famoso "Leão". Tornou-se um dos maiores estúdios do mundo, produzindo filmes que são considerados grandes clássicos e campeões de bilheteria em toda a história do cinema, transformando-se, assim numa potência cinematográfica. A direção ficou a cargo dos produtores Louis B Mayer (um dos chefões de Hollywood) e Irving Thalberg.
Ao longo de 8 décadas de vida, a MGM produziu uma centena de películas. Destaque para as décadas de 30 e 40. Neste período, foram filmados alguns dos maiores sucessos que o cinema ja conheceu. Anos de ouro para o estudio. Uma empresa bem estruturada, qualidade técnica impécavel e investimento pesado em filmes com alta qualidade, contribuiram para a contratação de grandes astros de Hollywood como: Clark Gable, Judy Garland, Greta Garbo, Elizabeth Taylor, dentre outros. Além, claro, dos melhores diretores da época, sendo os principais: Victor Fleming, George Cukor, Fritz Lang, Vincent Minelli e Stanley Donen.

No final da década de 40 e início da 50, os musicais passam a ser o tema principal em suas produções. Astros, como: Fred Astaire, Gene Kelly, Frank Sinatra, Howard Kell, Jane Powel, ganham projeção.

Em fins da década de 50 e início da 60, com o advento da televisão e o envelhecimento de seus astros, o estúdio perde uma parte de seu público. Posteriormente, nos anos seguintes, a MGM mantêm-se no mercado, no entanto, nunca mais conseguiu a mesma projeção e o mesmo status das décadas de 30 e 40. Em 2004, um grupo japonês representado pela Sony Pictures, compra o grande estúdio. A patir daí, ela deixa de produzir filmes e se torna mais uma marca da Sony.
Relembro com imensa alegria, alguns clássicos, realizados por este estúdio:
1) Cantando na chuva;

2) O mágico de oz (encantador. Adoro este filme!);

3) E o vento levou;

4) Ben Hur;

5) David Copperfiel;

6) Grand Hotel;

7) Quovadis;

8) Sete noivas para sete irmãos (um belo musical);

9) O médico e o monstro;

10) Dr. Jivago;

11) Gigi;

12) 2001, uma odisséia no espaço;

13) Poltergeist, o fenomêno (fiquei uma semana sem dormir por causa do palhacinho deste filme);

14) Platoon;

15) Thelma e Louise;

16) Rain Man;

17) A gaiola das loucas (hilário);

18) Feitiço da lua;

19) Um peixe chamado Wanda;

20) 9 1/2 semanas de amor;

21) Doze homens e um segredo.

Enfim, uma bela história que merece respeito e admiração por parte daqueles que gostam de cinema.

PS. para elaborar o texto de hoje, foi necessária uma pesquisa na net. Por isso, vou citar os sites que utilizei para elaborar o conteúdo apresentado:

- www.chambel.net
- www.mundodasmarcas.blogspot.com





Apresento a vocês meu novo amigo: o TCM


Passada a euforia inicial com a chegada da TV por assinatura, com calma fui conhecer todos os canais do pacote que fiz. A maioria deles é composto por filmes, séries e desenhos. Tem alguns de cultura em geral, notícias e esportes. E um muito bom chamado "History chanel". Dentre todos, o que mais me chamou a atenção e realmente pelo que vi na programação e na net, é ótimo e tem qualidade é o TCM.
O TCM é voltado para filmes antigos, realizados nas décadas de 30 a 80 e séries dos anos 50 ao início de 80. Conforme citei no texto anterior, este aqui de fato será um dos mais vistos por mim. Sua programação é excelente e eu como adoro filmes e séries antigas farei a festa.
Logo no primeiro dia ao clicar nele, estava passando uma série que eu adorava e não perdia um episódio quando era criança. O nome dela é "Ilha da fantasia". Ah!!! que momento gostoso ao rever o personagem do Senhor Roarke (interpretado pelo saudoso Ricardo Montalban) e seu fiel amigo e escudeiro, o anão Tatu. Os mais antigos com certeza, irão lembrar de suas maravilhosas histórias, passadas em uma exuberante Ilha. Naquele lugar, todos os visitantes conseguiam realizar seus desejos. Tudo isso, graças ao trabalho do senhor Roarke, que num passe de mágica, transformava sonhos em realidade. Pura magia.
Além desta, no momento estão passando: "a gata e o rato", com Bruce Willis e Cybil Sheppard (super divertida e engraçada); "Magnum", com Tom Selleck (caramba, eu me amarrava no estilo do detetive interpretado por ele); "Invasores" (se não me engano é dos anos 60 e fala de um complô de alienígenas para invadir a Terra) e "Águia de fogo" (achava o ator principal lindooo); "Tiro certo" e "Batman" (sabem que deste aqui eu gostava).
Ah! não posso esquecer de falar também, eles reprisaram no mês de outubro uma minissérie chamada "V - a batalha final" que passou a um milhão de anos no SBT e eu vi. Mas, calma não sou tão velha assim....rsrs. Muito legal e maluca a série. Ela fala de alienígenas, que se passam por humanos, so que na verdade são lagartos que querem dominar a Terra. A velha história de sempre né. Nada original. E neste mês de novembro, está passando outra série que vi na Rede Globo e por sinal gostei muito. Ela fala de um tema que marcou a história do século 20, o "Holocausto". Série boa, meus amigos. Fala dos horrores da segunda guerra mundial e da perseguição cruel empreendida pelos alemães aos judeus. Um dos fatos mais tristes da história da civilização. Em seu elenco contamos com a participação de Meryl Streep e James Woods.
Para fechar, não posso deixar de comentar sobre os filmes, maravilhosos e perfeitos que passam ali e dificilmente veremos na TV aberta novamente. Para quem curtiu os anos 80, o Supercine, a Sessão de gala e a Sessão da tarde da Rede Globo, passavam filmes das décadas de 40 a 80. Hoje, como o público é outro, dificilmente o veremos novamente, a não ser que aluguemos ou por um milagre do destino, eles passem em algum canal, nas altas madrugadas.
So para vocês terem uma pequena idéia da preciosidade que esse canal é, em três dias apenas, eu consegui ver: "Todos os homens do presidente", "O iluminado", "Disque M para matar", "King Kong" (a primeira versão de 1933 em preto e branco) e "Houve uma vez um verão" (mais conhecido como "verão de 42").
E ai, me digam a verdade, não são pequenas relíquias da sétima arte?
Termino por aqui e até o próximo texto.

Bibliografia não autorizada


Em agosto, minha sobrinha iniciou seu curso de Enfermagem na UFRJ. Assim que começaram as aulas foi oferecido sem custo algum uma assinatura de qualquer revista que ela escolhesse.
Pensando em mim e no meu gosto pela leitura, imediatamente aceitou e fez. A revista escolhida foi a "Isto é". A partir daí, recebo uma nova edição toda semana. Fiquei muito feliz com a lembrança e com o belo presente que ganhei. Sempre que chega a nova edição, pego para ler com a maior vontade. So fico triste pelo fato dela não ter o mesmo gosto pela leitura que eu. Uma pena.
E na semana do "Dia do Professor", dentre todas as matérias escritas, uma em especial me chamou a atenção. Um tema interessante e bem antigo. A vida íntima de grandes astros e estrelas do show business.
A reportagem fala sobre "a bibliografia não autorizada do Paul Newman". Para quem conhece foi um dos grandes galãs de Hollywood e morreu ano passado aos 83 anos. Conhecido por atuar em grandes filmes, como: "Golpe de mestre"; "Butch cassady"; "Cortina rasgada"; "A cor do dinheiro"; "Gata em teto de zinco quente"; "Inferno na torre"; "Bufallo Bill"; "O mercador de almas"; "O indomável", dentre outros (estes são os que lembro que vi dele), teve uma carreira de sucesso e uma vida pessoal muito reservada. Pelo menos foi assim que tentou demonstrar ao longo dela. Homem discreto, marido fiel e bom pai de família.
Na bibliografia, intitulada "O homem por trás de Baby Blues", o autor, Darwin Porter, elaborou uma história desmistificando e derrubando toda essa imagem que Paul Newman construiu ao longo de sua vida. O autor que já escreveu sobre outros astros do cinema, faz revelações extremamente íntimas.
Pelo que li na reportagem, ele foi bissexual, teve casos com inúmeros astros e estrelas, como Marlon Brando, Marylin Monroe, James Dean, Rock Hudson, Audrey Hepburn, Montgomery Cliff, dentre outros. No texto, sua carreira artistíca é deixada em segundo plano. O que vale é sua vida íntima, mais precisamente sexual. Dividiu as amantes com seu filho mais velho e até sua esposa por mais de cinquenta anos, a atriz Joanne Woodward dividiu a cama com ele e seu primeiro marido, o escritor Gore Vidal.
Enfim, ao invés de destacar a qualidade de seu trabalho e sua ampla filmografia, que é excelente, o que vale e importa aqui são suas qualidades "sexuais". Infelizmente, este tipo de publicação faz muito sucesso entre o grande público. Ao invés de nos interessarmos pela obra de um grande ator, muitas das vezes damos valor a sua vida íntima. E o pior, criticamos esta ou aquela atitude. O que me importa se o cara gostava de transar com homens e mulheres, ou se usava uma imagem de marido perfeito? Isso dizia respeito a sua consciência. Tenho certeza, que agora ele ta acertando as contas com o homem la em cima. Quem somos nós para criticarmos a vida de alguém. Somos humanos e passíveis de erros.
Não li o livro e não posso dizer se as informações são verdadeiras ou não. E sinceramente, não é isso que torna alguém melhor ou pior que o outro. Para mim o que vale é sua qualidade como intérprete. E isso ele foi, pois atuou muito bem em todos os filmes citados acima e em outros também. Fez muito sucesso em sua carreira, ganhando inclusive alguns prêmios importantes, dentre eles o Oscar de melhor ator.
Enfim, que possamos refletir um pouco sobre os "valores que damos as pessoas".

Uma semana repleta de filmes




Aproveitei esta semana inteirinha em casa para fazer duas coisas que amo. Primeiro curtir meu filho, meu tesouro. Segundo assistir a ótimos e bons filmes. Como na semana que passou comemoramos o dia das crianças e o dia do Professor e o local onde trabalho é um sindicato de professores, ganhamos a semana de folga. Um presente que veio em boa hora.

Há muito tempo não tinha uma oportunidade dessas, ficar livre sem compromisso com nada. E olha que tirei férias, recentemente. Mas, como todo brasileiro, sem grana e com contas a pagar, não deu para viajar. Tirei o tempo livre para resolver problemas pessoais e familiares. Elas passaram tão rápido que quando vi, já voltei ao batente. Não curti nadinha.

Então, mediante uma chance dessas, não poderia desperdiçar.
Comecei minha maratona cinematográfica na segunda, dia 12. Eu e meu filhote fomos assistir a dois filmes infantis. Como estava rolando o “festival de cinema infantil do Rio” assistimos a “Bolt – o supercão”. Divertido e alegre. Meu filho adora filme com cachorros e ficou quietinho sem me dar nenhum trabalho. O outro visto neste mesmo dia foi: “O golfinho, a história de um sonhador”. O filme conta à história de Daniel Alexandre Golfinho, um jovem que tem grandes sonhos e é totalmente diferente do restante de seus amigos. Ele se lança numa aventura fantástica pelos mares em busca de descobrir o caminho de sua felicidade, sempre acreditando em seus ideais. História simples e bonita. Fui pesquisar na net e li que o desenho é uma produção alemã, italiana e peruana. Deixa um pouco a desejar na parte visual, mas mesmo assim, tem imagens bonitas.

Na terça, após cumprir com minhas obrigações domésticas, assisti ao filme: “Ladrão de casaca” do meu adorado Alfred Hitchcock. O filme foi realizado em 1955. Após filmar um de seus maiores sucessos “Janela indiscreta”, ele fez este aqui. Os protagonistas são Cary Grant e Grace Kelly (que fez seu último filme antes de casar com o príncipe Rainer e abandonar sua carreira de atriz). Confesso que a história é boa, a fotografia é linda, porém os outros que assisti de AH são melhores. Considero este aqui mediano.

Na quarta, fui à locadora e peguei três. O primeiro que vi foi: “Ligeiramente grávidos”. Comédia dirigida pelo Judd Apatow, o mesmo de “o virgem de 40”. A história é bacana e diverte. O protagonista Seth Rogen é ótimo e faz o tipo bonachão, largadão e em paz com a vida, boa escolha para o papel. Já a protagonista Katherine Heigl é chatinha e sem graça, nada haver com a personagem. Uma boa distração.O segundo que vi foi: “O visitante”. Escolhi este após ler a sinopse e ver que o ator principal Richard Jenkins concorreu ao Oscar deste ano na categoria melhor ator. Acertei na escolha. Sensível e comovente, narra a história de um professor universitário triste e solitário (um homem infeliz que tenta se mostrar ocupado, quando na verdade tem uma vida chata e monótona) que vai a outra cidade participar de um congresso. Lá ele encontra dois imigrantes clandestinos morando em seu apartamento, um rapaz sírio e uma moça senegalesa. Após uma discussão inicial ele deixa os dois jovens morando em sua casa. A partir daí, acontecem algumas pequenas mudanças em sua rotina que irão afetar diretamente sua vida e o farão repensar algumas questões. Belo. O terceiro que vi foi: “Longe dela”. Há muito tempo queria assistir este aqui. Há um tempo atrás vi uma crítica da Isabela Boscov (no youtube) sobre o filme e de cara me apaixonei pela história. Valeu a pena. A história é tão doce e bonita que mexe com você. Ela trata de questões sérias como: Alzheimer, mudanças, recomeço, amor e decisões, só que de uma forma tão cativante que acabamos nos apaixonando pelo contexto, que embora seja de dor e sofrimento, mostra atitudes verdadeiras e sinceras de amor. A diretora Sarah Polley, uma jovem atriz, que em seu primeiro filme demonstra ter um enorme talento e com certeza tem pela frente um brilhante futuro como diretora. Sem contar que Julie Christie (de Doutor Jivago) no auge de seus 68 anos continua linda. Caraca! O tempo foi muito bom com ela.

Na quinta, fui ao cinema e vi logo dois seguidos: “Bastardos inglórios” e “9 a salvação”. Amei o primeiro. Quentin Tarantino se superou neste aqui. A história (uma idéia mirabolante que funcionou muito bem), a narrativa (excelente dividir a trama em cinco capítulos), os atores (Brad Pitt, como coadjuvante se sai muito bem. O capitão Hans Landa, interpretado pelo Christoph Walk está maravilhoso, e a bela Diane Krueger), os bastardos (genial o grupo formado por soldados judeus para acabar com soldados alemães), o plano (matar Hitler e os membros do 3º reich, fabuloso. Pena que foi mentira. Ah! Se tivesse sido real) e o diretor (escreveu uma história cheia de humor, violência, graça e ótimos diálogos bem a seu estilo). O segundo produzido pelo Tim Burton, um diretor que gosto e considero bom, é legal. A trama fala de bonequinhos que ganham vida e tentam sobreviver em meio a um desastre, onde os humanos foram todos mortos por máquinas. Uma aventura em busca da sobrevivência. Bom filme. Distrai.

Na sexta fui ao cinema com meu filho e minha comadre e acabei vendo novamente “up altas aventuras”. Já comentei sobre este aqui em um texto anterior. Para fechar com chave de ouro, à noite em minha casa, sozinha e tomando um delicioso vinho vi; “Superman II, a aventura continua”, com o saudoso Christopher Reeve no papel do homem de aço e Gene Hackman como o vilão Lex Lutor. De todos os filmes já feitos sobre super heróis, este aqui é o único que gosto. Uma ótima continuação. Tão bom quanto o primeiro filme. E “Sob o domínio do mal”. Este do ano de 1962. Tem no elenco Janeth Leigh, que anos mais tarde atuou em um dos maiores clássicos do cinema “Psicose” e Frankie Sinatra. Um ótimo suspense. Em 2006 ganhou uma nova versão nas mãos do diretor Jonathan Demme, tendo Denzel Washington e Meryl Streep como protagonistas. Porém, não chega aos pés do primeiro.

Termino por aqui minha “maravilhosa semana cinematográfica”. Que venham outras.

Ao mestre com carinho!!!!!



Nesta semana, comemoramos uma data muito especial. Dia 15 de outubro é o “Dia do Professor”. Uma figura que pelo menos para mim representa muito, afinal, sou professora também (formada em História). Embora não trabalhe diretamente em sala de aula, há doze anos convivo diariamente com este profissional e vejo o quanto ao longo dos últimos anos esta carreira tem sido negligenciada e deixada de lado por nossos governantes e o mais triste pela sociedade de uma maneira geral. Ser professor nos dias de hoje requer um grande amor e coragem. Pois o que ele encontra pela frente é desanimador e os salários então, nada atrativos.
Mas, o meu intuito neste texto não é falar das tristezas e sim das alegrias. Pretendo fazer uma “homenagem aos meus queridos e adorados mestres”, figuras importantíssimas na vida de qualquer cidadão.
O “cinema” como grande veículo de informação e cultura ao longo de sua história retratou este profissional das mais diversas formas e com as mais variadas visões. Temos filmes belíssimos e lindos que falam do professor de uma forma: bonita, elegante, verdadeira, amorosa, realista, cruel e violenta, com personagens tão cativantes que marcaram a história do cinema.
Falarei de alguns filmes que assisti e que me marcaram muito:
1) Ao mestre com carinho = O filme é de 1967 e fez muito sucesso em sua época, marcando a década de 60 e as gerações posteriores. Muito corajoso por parte da direção colocar um ator negro como protagonista. A atuação de Sidney Poitier é muito forte. O filme é lindo e cativante, pois mostra a dedicação de um professor em transformar jovens perdidos e sem perspectivas em pessoas de caráter. No final ele consegue seu objetivo com louvor. A música tema “To sir, with love” é linda.
2) Adorável professor = este aqui com Richard Dreyfuss. O filme é de 1995 e conta à história de um músico que por questões financeiras se vê obrigado a dar aulas em uma escola. No início ele não desejava seguir esta carreira. No fundo seu sonho era se dedicar à composição de músicas. No entanto, com o decorrer dos anos e as adversidades que a vida nos impões, ele deixa de lado seu sonho. Apesar disso, começa a gostar de dar aulas e acaba dedicando-se tempo integral, deixando de lado, seu único filho que tem problemas auditivos. No final vemos a mudança de atitude em relação a seu filho e uma linda homenagem realizada pela escola em que trabalhou durante muitos anos. Ótimo filme!!
3) Sociedade dos poetas mortos = um dos filmes mais belos que já assisti sobre o tema. A história é de uma beleza absurda e foi um grande sucesso de público e crítica. Robin Williams está estupendo. O filme é de 1989 e o vi pela primeira vez no cinema. Lembro que sai da sala chorando cativada pela magia da história. A figura do professor personificada no papel de RW demonstra o quanto vale a pena ensinar aos jovens a pensar por si próprios. A história se passa no ano de 1959 e o filme faz uma severa crítica aos rígidos padrões educacionais de uma renomada instituição de ensino e ao conservadorismo da época. Grande clássico.
4) Clube do imperador = este é bem recente do ano de 2002. Interpretado por Kevin Kline, que dá um show. O filme conta à história de um professor de filosofia que se esforça ao máximo para passar valores éticos e morais a seus alunos. Logo no início da trama ele se depara com um aluno que irá lhe trazer grandes desafios e problemas também. De aluno brilhante a uma verdadeira farsa, o personagem do aluno, interpretado por Emile Hirsch, que atuou no belíssimo “na natureza selvagem” mostra o quanto alguns valores podem ser deturpados e ignorados por uma simples questão de conveniência. A beleza do filme se encontra na figura de seu professor que tenta ensinar aos seus alunos valores importantíssimos que serão levados para toda a vida. Muito bonita a cena em que um de seus ex-alunos, já adulto reencontra seu antigo professor e diz o quanto aprendeu com seus ensinamentos. Acredito que seja esse um dos grandes prêmios que um professor possa ganhar em sua vida. Lindo, lindo, lindo!
5) Conrack = Com John Voight. Assisti este filme várias vezes na sessão da tarde. A última vez que vi foi em 2003 na faculdade. Logo de cara adorei a história, pois ele trata de questões raciais. O filme é de 1974 e a história se passa no final dos anos 60, numa escola negra dos EUA. Nela um professor branco vai dar aulas numa escola de alunos negros e pobres. O que ele encontra em sua frente são crianças analfabetas, carentes de amor e atenção, jogadas para escanteio por parte da sociedade, que naqueles anos era altamente racista. Ele causa uma verdadeira revolução levando um pouco de amor e auto-estima àqueles pequenos. Uma verdadeira lição de amor.
6) O preço do desafio = este aqui eu assisti no ano 1991, quando estava no ensino fundamental. Minha professora de matemática da oitava série passou para minha turma. Baseado em uma história real, o filme conta à dedicação de um professor de matemática em transformar alunos delinqüentes de origem hispânica em jovens com perspectivas de conquistar algo para suas vidas. Superação, motivação, auto-estima, força e determinação são alguns dos fatores que ajudaram aqueles jovens a chegar aonde chegaram. Excelente filme. Depois de alguns anos entendi por que minha professora nos passou este filme. A turma passava por uma fase difícil e ela quis nos mostrar que com esforço e dedicação iríamos superar nossas dificuldades. Uma bela lição aprendida por mim e acredito que por grande parte de meus colegas de turma naquele ano. Saudades.
7) O sorriso de Monalisa = estrelado pela ótima Julia Roberts, que aqui atuou muito bem. Assisti há pouco tempo aqui em casa. O filme é bem recente tb de 2003. A personagem principal é uma professora de História da arte, que começa a dar aulas em uma escola só para moças. Lá ela luta contra o conservadorismo da época e tenta ensinar as suas jovens alunas a serem livres e donas de si. Para nós mulheres uma bela lição de vida. Gosto muito deste filme.
8) Central do Brasil = o cinema nacional também marcou presença com este aqui, singelo e delicado. A história da professora, muito bem interpretada por nossa querida Fernanda Montenegro é de uma beleza tão simples e comum que cativa justamente por isso. Um filme sem grandes pretensões que acabou se tornando um sucesso de público e crítica, especialmente fora do Brasil. Superbem dirigido pelo Walter Salles e sinceramente, não porque sou brasileira, mas, merecia ganhar o Oscar de melhor filme estrangeiro. Embora “A vida é bela” seja lindo, este aqui tem uma história muito mais bonita e comovente. Porém, não havia como ganhar de um tema tão forte como o pai que faz de tudo pelo seu filho. Isso derrete qualquer coração.
9) A voz do coração = vi recentemente e confesso que chorei muito. Lindo. A história, o elenco, a direção, a narrativa, enfim, gostei de tudo. O filme é francês. A forma como aquele professor se dedica a seus alunos e tenta ajudá-los a mudar sua realidade é impressionante. Um exemplo de amor puro e verdadeiro, sem querer nada em troca. Maravilhoso. Quem ainda não viu, por favor, pegue. Garantia de um ótimo filme.
Bem, poderia continuar minha extensa lista, porém, vai ficar longa demais. Melhor parar por aqui.
E fica meu agradecimento a estes que me ajudaram a chegar aonde cheguei. Se estou aqui hoje escrevendo e colocando minhas pequenas idéias e pensamentos para vocês, devo a eles, meus queridos mestres.
Segue o link da música para quem quiser ver:




Festival de cinema infantil do RJ


Após rolar aqui na cidade maravilhosa o festival de cinema do Rio, teremos a partir do dia 09 de outubro, a edição infantil. Para mim que agora sou mamãe, uma bela oportunidade de curtir bons desenhos ao lado de meu filhote.
Infelizmente, por motivos profissionais e familiares não pude assistir aos filmes do festival. Uma pena! Mas, fazer o que se o ofício de trabalhadora e mãe me consome tempo e disposição. Enfim, coisas da vida de uma mulher moderna que tenta conciliar suas obrigações com seu amor ao cinema. As vezes o tempo é tão curtinnho que não da para ir ao cinema e ai acabo ficando em casa mesmo, curtindo um bom e gostoso filme em DVD.
O legal é que com esta edição, não terei desculpa e poderei levar meu filho junto comigo. Afinal, esta mostra é voltada para o público infantil. Além disso, os filmes passarão aqui bem pertinho de minha cidade.
Esta será a 7ª edição do festival internacional de cinema infantil que vai rolar em dois finais de semana, nos dias 09, 10, 11, 16, 17 e 18 de outubro. Os preços estão bem acessíveis, custando R$ 4,00, tanto para crianças como para adultos.
Pelo que li, haverá uma programação especial, em horários próprios para a criançada. Teremos, além de vários filmes: "Oficinas de cinema de animação" (onde tentarão ensinar resumidadmente técnicas para se fazer um filme de animação), "Prêmio Brasil de cinema infantil" (serão exibidos diversos curtas para a garotada, de todos os gostos), "Dublagem ao vivo" (exibirão o rosto dos dubladores de filmes infantis), "A tela na sala de aula" (o objetivo dessa idéia é trazer estudantes de escolas públicas e privadas para assistir a filmes que tratem de tématicas voltadas para a preservação da natureza, preconceito, vaidade, amizade, dentre outros). Gostei muito deste último. O objetivo é excelente e tomara que renda bons frutos na cabeça da molecada.
Haverá também: "Cantigas de roda" (filmes com cantigas), "Anima mundi" (alguns curtas que passaram no festival deste ano serão apresentados aqui. Uma ótima oportunidade para quem não pode ir), "Prix jeunesse internacional" (serão exibidos curtas de países fora do circuito americano como: Polônia, Alemanha, França, Canadá, etc) e "Clássicos" (neste os filmes "Castelo Ra tim bum e O garoto, com o maravilhoso e perfeito Charles Chaplin serão duas das atrações).
Enfim, uma ótima opção para os papais e mamães de plantão curtirem com seus pimpolhos.









Você é feliz?



Meus amigos, gostaria de fazer um agradecimento especial ao "Cristiano Contreiras" do blog "APIMENTÁRIO". Foi ele o responsável por esta bela mudança em meu blog. Adorei! Ficou lindo. Muito Obrigada!!
Hoje vou colocar para vocês este texto que havia postado no meu antigo blog "devaneios de uma balzaquiana". Vou explicar rapidamente o por que da escolha deste assunto. Claro, que o cinema vai entrar no final da minha história. No entanto, achei o tema interessante. Baseado em uma experiência pessoal que vivenciei na semana passada que aborda exatamente este tema "a felicidade".
Há algum tempinho átras conheci um cara e começamos a sair. No decorrer do tempo descobri que tinha "uma ex-namorada" que depois fui perceber não era tão ex assim. O fato foi que ela descobriu meu telefone e começou a azucrinar minha vida. Durante os 4 meses que ficamos juntos ela me pentelhou de todas as formas possíveis (ligações diárias, mensagens escritas e faladas) nos mais variados horários e dias. Passei um mau bocado e tive até de trocar o número do meu celular. Por fim, dei um ponto final na história e mesmo assim, ela continuou me incomodando. O ruim foi que descobriu o telefone de minha casa e isso me aborreceu tremendamente. Com isso, a cada crise que ocorre entre os dois ela liga para mim novamente, achando que estou com ele.
E na semana passada para não perder o hábito ela me ligou de novo e me enviou uma mensagem depois (pelo orkut), pedindo desculpas. Por fim, dessa vez resolvi responder (por e-mail) e tive o retorno. Na mensagem, ela reconhece que o cara não presta, que é um safado. Porém, gosta dele e esta sofrendo muito e que não é feliz. Em uma das vezes passadas que me ligou e acabei atendendo ela disse a mesma coisa e inclusive "que a vida dela era uma merda" que não era "feliz".
Então faço meu questionamento: até que ponto somos os responsáveis por nossa felicidade? E nossas escolhas não refletem isso? E minha jovem personagem, por que ela não é feliz? A escolha cabe a ela e pelo que observei, a doença é tão grave que não consegue enxergar o caminho da tal felicidade.
Agora o texto escrito em abril:
Passeando em pleno shopping, curtindo uma bela noite, após ter cumprido com minhas obrigações e aproveitando para relaxar um pouco, pois ninguém é de ferro, sou surpreendida com esta pergunta: “Cíntia, você é feliz?” e na lata sem pestanejar respondo com a maior alegria do mundo: “sim, eu sou muito feliz”.
Caraca!!!!!! esta simples pergunta me fez perceber o quanto, mas o quanto mesmo eu sou feliz e agradeço a Deus por ter conseguindo alcançar isto em minha vida. E por favor, não pensem que é propaganda enganosa. Sou feliz e sou grata por isso. Mas, vamos ao que interessa de fato. Após responder a pergunta com um belo sorriso nos lábios, virei para a pessoa e perguntei o mesmo. Qual não foi minha surpresa ao escutar dela o contrário: “não, ainda não sou feliz”. Confesso que na hora fiquei super triste, mas consegui me controlar e não demonstrar meu sentimento. Continuamos nosso bate papo e eu infelizmente não conseguia parar de pensar na resposta dela. Felizes aqueles que conseguiram superar as adversidades que a vida nos impõe e alcançaram a tão sonhada “felicidade”.
Porém, o que é de fato “felicidade”? Ela pode ter variadas conotações, tudo irá depender da forma como a enxergamos.
Durante muitos anos, acreditei que minha vida fora um inferno astral. Família complicada, muito gorda, timidez excessiva, feiúra (nossa me achava à menina mais feia da face da terra), enfim, uma lista infinita de complicações para uma jovem adolescente entender. Com o passar dos anos, as coisas foram se amenizando. Ao entrar na fase adulta me deparei com a primeira grande perda de minha vida, a morte de minha mãe. Eu tinha 20 anos quando ela faleceu (infarto) e isso me deixou sem chão. Cai e cai feio, pois eu era extremamente dependente dela. De repente, me vi só, embora tivesse meu pai e minha irmã, sabia que as coisas não seriam como antes. Ela era meu porto seguro.
Perante isto, fui obrigada a crescer e amadurecer. Por um longo período, me fechei para a vida. Somente enxergava o aspecto negativo de tudo. Reclamava demais da minha vida. Não conseguia ver as coisas boas e maravilhosas que eu tinha e estava conquistando (amigos, trabalho, faculdade, fé, amor, etc).
Minha mãe, apesar de ter me educado para ela, passou-me valores tão importantes e bonitos que posteriormente com meu amadurecimento me ajudaram a mudar a visão que tinha da vida. Além disso, tive o privilégio e a alegria de encontrar nesta caminhada, amigos sinceros e verdadeiros que me ajudaram muito a descobrir o “caminho da felicidade”. Sou muito grata a eles. Encontrei seres ruins tb, mas quanto a eles tratei de não dar muita idéia e importância.
Avaliando tudo, percebo que a felicidade encontra-se nos pequenos detalhes. Não somos felizes 24 horas por dia durante 365 dias por ano. Em muitos momentos, estamos tristes ou infelizes por algum fato que nos incomode. O que vale é reconhecermos as coisas boas e alegres que Deus coloca em nossa vida diariamente. Agradecer e valorizar isto. E claro superar as dificuldades com otimismo e bom humor. Tudo passa, é só uma questão de tempo.
Custou muito, mas cheguei lá. Alcancei a minha felicidade e sou verdadeiramente feliz, embora muitas vezes tenha meus pequenos momentos de dor, tristeza e solidão.
Alguns filmes retrataram este tema de forma belíssima, como: "A procura da felicidade" (maravilhoso!!!uma lição de vida), "Na natureza selvagem" (explêndido!! a forma como o personagem principal se desprende de tudo é linda e comovente. Qeria te a coragem dele), "Simplismente feliz" ( a personagem é meio chatinha, mas a forma como ela é feliz é muito sincera) e "A felicidade não se compra" (lindooooooooooooooo, mágico, cativante, belo, enfim, de uma beleza absurda. Eu adoro este filme). Quem ainda não viu algum destes, por favor, pegue. Vale a pena.
E que todos consiguam alcançar a tão sonhada felicidade, principalmente a "personagem principal de meu texto".

1.101 Filmes


Quando eu tinha 11 anos, já era uma jovem e pequena cinéfila. O cinema já fazia parte de minha rotina. Todo dia assistia a filmes e não ficava nem um sem ver, a não ser quando saia e chegava tarde ou ia ao médico. Nesta época, tive uma “idéia mirabolante”. Decidi que iria comprar uma agenda e passaria a registrar todos os filmes que assistisse a partir daquele dia até o fim de minha vida. Lembro que fiquei tão contente e eufórica com esta idéia que no dia seguinte, após sair do colégio fui a “Lojas Brasileiras” (alguém se lembra desta loja?) comprar minha pequena relíquia. Lá encontrei uma que era perfeita para mim, toda pretinha, grande e cheia de páginas. Doce lembrança.

Por mais que tente me lembrar, não adianta que não me recordo o dia em que comecei a preencher meu “diário cinematográfico”. Só sei que foi no início do ano de 1988 que anotei o primeiro de 1101 filmes que vi durante 4 anos.
Não importava o canal, a sessão, o horário ou o local, religiosamente, ao terminar de assistir o filme, pegava meu querido diário e anotava o nome, a data, o dia da semana, a emissora e fazia minha avaliação pessoal (ruim, regular, bom e excelente). A maioria, naqueles anos, ganhou a nota máxima, pois não entendia muito de cinema e o que importava realmente era a alegria de sentar em frente à TV e ver um filme.

O título que inaugurou meu diário foi “O bagunceiro arrumadinho” com Jerry Lewis. O vi na sessão da tarde. A partir dele foram vários. Momentos felizes que vivenciei ao registrar cada película vista. Gostaria de citar todos, mas, infelizmente por mais que tenha uma boa memória, não conseguiria tal proeza. Se eu ainda tivesse minha “adorada relíquia” aqui ao meu lado, me ajudaria muito. Porém, não a tenho mais.

Portanto, fora os já comentados em textos anteriores, citarei alguns que me lembro e me marcaram. Primeiro os que vi em 1989, quando “Supercine” fez uma homenagem ao cinema e passou durante um determinado período grandes clássicos da sétima arte como: “E o vento levou”, “Casablanca”, “A noviça rebelde”, “Cleópatra”, “Ben-hur”, “Lawerence da Arábia”.

Na “Sessão de Gala” e no “Corujão” vi: “Alcatraz, fuga impossível”, “Psicose”, “Os pássaros”, “Festim diabólico”, estes três últimos dirigidos pelo excepcional Alfred Hitchcock, “Gente como a gente”, “Tubarão”, “Poltergeist, o fenômeno” (a primeira vez que vi fiquei uma semana sem dormir, imaginando que o palhacinho do filme entraria pela janela do meu quarto e me levaria embora. Muito engraçado quando lembro), “Inferno na torre”, “Vestida para matar”, “Dublê de corpo” do razoável Brian de Palma, dentre outros.

Na “Tela quente” que estreou em 1988, com o filme “O retorno de Jedi”, estrelado pelo Harrison Ford, vi: “Tudo por uma esmeralda”, “Inimigo meu”, “Indiano Jones e os caçadores da arca perdida”, “Indiana Jones e o templo da perdição”, “Top gun, ases indomáveis”, “Admiradora secreta”, “Aliens, o 8ª passageiro”, “Top secret, super confidêncial” (no dia em que passou este filme, foi lançado durante o intervalo o clip da música Like a Prayer da Madona), “O feitiço de Áquila”, este com a bela Michelle Pfeifer (Izabur) e o astro de “Blade Runner” Hutger Hauer (Ettienne Navarre) e o novato Mathew Broderich, que estourou em “Curtindo a vida adoidado”.

Não posso deixar de fora o SBT, do meu querido Silvio Santos. Sua sessão de cinema semanal se chamava “Cinema em casa” e estreou logo depois de Tela quente, justamente, para o telespectador ter uma opção a mais. Ali vi filmes como: “História sem fim”, “Gremlins”, “A coisa”, “Starman, o homem das estrelas”, “Loucademia de polícia”, “O exorcista”, “O último americano virgem”, dentre outros.
Infelizmente, por motivos de estudo não pude manter minha idéia inicial de registrar tudo até o fim da vida. Em 1992 comecei o ensino médio e parei de fazer as anotações.

No ano de 2000, “meu querido diário” estava guardado em um guarda-roupa antigo, junto com outros cadernos, livros e revistas. Infelizmente, por uma fatalidade do destino, deu cupim. Tive de queimar tudo, inclusive ele, o diário. Meus caros, eu chorei tanto, parecia que tinha perdido uma parte de mim. Foi doloroso e até hoje me dói relembrar deste dia

Sessão da tarde - parte III (Enfim, chegamos aos anos 90)


Em 1992 uma grande mudança aconteceu em minha. No ano anterior, eu havia terminado o ensino fundamental, num colégio que ficava a dez minutos de minha casa. Como lá não tinha o ensino médio, fui obrigada a estudar em outro que ficava bem distante localizado em outro município. Todos os dias seria obrigada a pegar ônibus e enfrentar 40 minutos de viagem, mais 15 de caminhada pára chegar ao meu destino. Fui estudar num colégio estadual, chamado Liceu Nilo Peçanha em Niterói, estado do RJ, no horário da tarde, pois na parte da manhã não havia turmas de primeiro ano.

Logo de cara, ao iniciar as aulas nos deparamos com uma greve. O ano letivo deveria começar em fevereiro, mas somente começou no ínício de abril. Minha primeira aula foi de química, matéria difícil que por pouco não me reprova. A partir desse dia, infelizmente, eu não poderia mais ver minha adorada sessão da tarde. Somente nos dias em que não houvesse aula ou nos feriados. Porém, o presente que ganhei compensou esta perda.

Entre 1992 e 1994 cursei o ensino médio. Nestes anos descobri tantas coisas novas e legais, conheci pessoas tão especiais e aprendi verdadeiramente o sentido da palavra “amizade”, pois foi ali naquele espaço que criei laços tão fortes que duram até hoje e que com certeza durarão até o fim de minha vida.

Além das mudanças que ocorreram (estava vivenciada a deliciosa e complexa fase da adolescência), a famosa sessão da tarde, também passou por uma grande transformação. As comédias românticas e os musicais alegres e dançantes dos anos 40, 50 e 60, deram lugar aos filmes adolescentes, aos de aventura e as comédias de situação e humor negro da geração 80. Os filmes, agora, se voltaram para o público jovem.

A partir de então, a sessão começou a exibir filmes que marcaram a minha adolescência. Foram tantos que fica difícil lembrar. Mas, tentarei resumidamente, citar alguns:

1) Curtindo a vida adoidado (um clássico);
2) Os goonies;
3) Namorada de aluguel;
4) Admiradora secreta;
5) Antes so do que mal acompanhado;
6) Sem licença para dirigir;
7) Férias frustradas;
8) A garota de Rosa Shocking;
9) Gatinhas e gatões;
10) O primeiro ano do resto de nossas vidas;
11) A lenda de Billie Jean;
12) Quase igual aos outros;
13) Conta comigo;
14) Meu primeiro amor;
15) Manequim, a magia do amor;
16) Cinderela às avessas;
17) O enigma da Pirâmide;
18) Os fantasmas se divertem;
19) O feitiço de Áquila (Ah! Este aqui eu amooooooooooo);
20) Um tira da pesada;
21) Um príncipe em Nova York;
22) Os aventureiros do bairro proibido;
23) Febre de juventude;
24) Apertem os cintos o piloto sumiu I e II;
25) O Clube dos cinco;
26) A menina e o porquinho;
27) O último guerreiro das estrelas;
28) Se meu fusca falasse;
29) Clube dos cafajestes;
30) Trocando as bolas;
31) Minha noiva é uma extraterrestre;
32) Os caça fantasmas;
33) Caravana da coragem;
34) Esqueceram de mim;
35) Labirinto, a magia do tempo;
36) A lenda (um dos primeiros trabalhos de Tom Cruise);
37) Negócio arriscado (este aqui tb com TC);
38) A hora do espanto;
39) Fúria de titãs;
40) Querida, encolhi as crianças;
41) A fantástica fábrica de chocolate;
42) A dama de vermelho;
43) Footloose, ritmo louco;
44) Flashdance;
45) O milagre veio do espaço;
46) Cocoon;
47) Howard, o super herói;
48) Os muppets;
49) Nos tempos da brilhantina;
50) A lagoa azul (caraca, este passou um trilhão de vezes);
51) Elvira, a rainha das trevas;
52) Karate Kid;
53) De volta para o futuro;
54) Top gan, ases indomáveis;
55) Todos dos trapalhões;
56) Todos da Xuxa;
57) Um alguém muito especial;
58) O rapto do menino dourado;
59) Os nerds saem de férias;
60) Te pego lá fora;
61) Mulher nota 1000;
62) Ruas de fogo;
63) O primeiro ano do resto de nossas vidas;
64) Sem licença para dirigir;
65) Um espírito baixou em mim;
66) As grandes férias;
67) A primeira transa de Jonathan;
68) Os garotos perdidos;
69) A fortaleza (alguém lembra deste?????????). Passou a primeira vez em Tela Quente e depois infinitas vezes na ST.

Bem, melhor parar por aqui.
Esses são alguns dos quais me lembro. Espero que tenham gostado.

Agradecimento

Recebi de um amigo "um selo". Como sou novata na blogsfera, não entendi o significado disso. Portanto, liguei par meu amigo Marcelo e prontamente, ele me explicou a sua finalidade.
Bacana e interessante. Agradeco ao Rodrigo Mendes do Blog: "cinemarodrigo" o selo. Valeu!!
Então, seguindo o que me foi dado vou passar para vcs o endereço de 10 blogs que gosto muito. E valem a pena vcs conhecerem. São todos ótimos.
1) Diz que fui por ai = marcelo-antunes.blogspot.com
2) Grooeland = grooeland.blogspot.com
3) Renan Barreto on line = renanbarretoonline.blogspot.com
4) O anagrama = o-anagrama.blogspot.com
5) Bones cinema e Tv = bones-cinema-tv.blogspot.com
6) Cinema Rodrigo = cinemarodrigo.blogspot.com
7) Porraman = porraman.com
8) Conexão Tv/cinema = conexao-tv-cinema.blogspot.com
9) Cinefilando = cinefilando.blogspot.com

10) Cinediário = cinediario.blogspot.com
PS. Começa no dia 24/09/09 aqui no Rio de Janeiro o "Festival de cinema do Rio 2009".
Para quem gosta e curte, teremos diversos filmes de diretores renomados como Almodovar, Tarantino, Ang Lee, dentre outros, além de diversas mostras.

No próximo texto, falarei mais sobre ele, com calma e detalhes.



Sessão da tarde - parte II (A saga continua)


Prosseguindo, continuarei falando para vocês sobre outros ícones da geração de 40 a 60.

7) Dean Martin = companheiro de Jerry Lewis, atuou com ele em diversas comédias fazendo uma excelente parceria. Depois de alguns anos, ambos se desentenderam e seguiram carreira solo. Uma pena! Gostava da dupla, embora considere JL, insuperável. Soube a alguns anos atrás lendo na internet que em 2002, fizeram um filme para a TV contando a história da dupla, chamado "Martin e Lewis". Infelizmente, não consegui encontrá-lo para ver. Além de ator, era cantor também. Trabalhou na primeira versão de "Onze homens e um destino" (que na refilmagem se chamou "onze homens e um segredo"), ao lado de Frank Sinatra e Sami Davis Jr. "Os filhos de Katie Helder" ao lado de John Wayne e "Deus sabe quanto amei" este aqui com Frank Sinatra tb.

8) Jane Powell = foi a bela Milly de "sete noivas para sete irmãos" (um dos filmes que mais passou na sessão da tarde"). Assisti recentemente em DVD. Belo filme. Uma história tão encantadora e singela, que dificilmente faria sucesso se fosse filmado nos dias de hoje. Em "Núpcias reais", contracenou ao lado de Fred Astaire.

9) Fred Astaire = foi um excepcional dançarino. Como ele dançava bem. Eu assistia a seus filmes e ficava admirada e pensando como o cara conseguia dançar daquele jeito. Fez uma parceria de enorme sucesso em diversos filmes ao lado da deslumbrante Ginger Rogers. Atuou em "Cinderela em Paris", lindooooooooooooooo!. Neste ele fez par com a belíssima Audrey Hepburn (para mim, uma atriz estupenda), mas depois falarei dela. Fez também "Papai pernilongo", "ciúme, sinal de amor" com a Ginger. Na década de 70 trabalhou no drama "Inferno na torre".

10) Leslie Caron = foi a protagonista do filme "Lili", que passou infinitamente vezes na sessão da tarde. O filme conta a história de uma jovem orfã que se envolve com um grupo mambembe e a partir daí passa a seguir com eles e começa a apresentar um espetáculo com marionetes. Nossa, lembro claramente da cena em que ela canta a música tema "Hi-Lili, Hi-lo" é inesquecível para mim. Eu amo este filme!!!!!!!!! e me emociono a cada vez que o vejo. Outros em que ela atuou e gostei também foram "Gigi" e "Papai ganso" com Cary Grant.

11) Marylin Monroe = uma das atrizes mais sensuais que o cinema ja conheceu. A mulher era naturalmente sexy e bonita. Tinha talento. Pena que morreu muito nova. Após atuar em "Torrentes da paixão", excelente trabalho, conquistou o papel principal na comédia "Os homens preferem as loiras", ao lado de Jane Russel (a morena do filme). Depois atuou em diversas comédias como: "Quanto mais quente melhor" com Tony Curtis e Jack Lemon, "Como agarrar um milionário", "O pecado mora ao lado", muito engraçadas as situações vivenciados pelo vizinho dela no filme, "Nunca fui santa" (que juntou com outros já citados por mim, passou diversas vezes na ST) e "Adorável pecadora".

12) Cary Grant = junto a James Stewart, foi um dos atores preferidos de Alfred Hitchckok, atuando em diversos deles como: "Intriga internacional", "Ladrão de casaca" e "Interlúdio".Fez muitas comédias românticas dessa época, contracenando com grandes atrizes daquela geração. Dentre os filmes destaco: " A noiva era ele", muito engraçado, "Devagar,não corra" e "Um anjo caiu do céu".
13) Annette Funicello = Atuou em "A praia dos amores", "A praia dos biquinis", 'Folias na praia", todos fazendo a mesma personagem, a mocinha Dee Dee. Contracenou em todos eles com Frankie Avalon. Em 1987 voltaram a formar dupla em "De volta a praia dos amores". Esta dupla marcou a geração dos anos 60. E a mim também. Adoro os 4 filmes.

Além, deste atores e atrizes, não posso esquecer de citar alguns filmes que passaram inúmeras vezes na sessão da tarde e que marcaram a vida de alguns jovens como eu.

- As sete faces do doutor Lao;
- Flor de Lotus;
- O pequeno polegar;
- O pássaro azul;
- O mágico de oz;
- Candelabro italiano;
- As muralhas de Jericó;
- O tenente era ela;

- O milagre de Fátima;
- As neves do Kilimanjaro;

- A história de Elza;
- A fantástica fábrica de chocolate;
- Ali Baba e os 40 ladrões;
- Planeta dos macacos.

Foram tantos, que seria impossível para mim lembrar e falar de todos.
Mas, com certeza deixo aqui para vocês, alguns que marcaram a minha
infância e que foram os precursores do meu amor ao cinema.
No próximo texto, vou falar sobre os filmes da década de 90 que passaram
na sessão da tarde, so que agora com um novo olhar.