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O bom filho a casa retorna. To de voltaaaaaaaaaaaaaaaaa


Olá meus amigosssssssssssssssssssss!
Como todo bom filho, estou de volta e muito feliz por poder retornar. Depois de um período movimentadíssimo, cheio de trabalho e muita, mas muita obra, enfim, minha casa está pronta e a partir de agora, voltarei a fazer duas coisas que mais gosto: escrever e ler. Obrigada pelos comentários carinhosos e o apoio dado. Fiquei imensamente feliz pelas palavras lindíssimas dirigidas a mim.
Agora, vamos ao que interessa, ano novo, casa nova, vida nova. Ja estou morando em minha casa com meu filhote. Posso dizer com todas as letras que "sou uma verdadeira chefe de família". Agora é pra valer e não tem mais volta. O negócio é seguir em frente encarando o medo, com coragem e determinação. Essas mudanças trouxeram também alguns questionamentos e dúvidas, quanto a esta nova fase de minha vida. Por conta disso, passei uns momentos difíceis e diferentes. O stress, as preocupações cotidianas e as responsabilidades para com meu filho e minha vida me atingiram de forma forte. Porém, com ajuda de minha terapeuta, familiares e amigos, consegui detectar a tempo. Com isso, tenho de cuidar mais de mim. Escrever é uma das coisas que preciso fazer para restabelecer meu completo bem estar. Eu amo escrever, principalmente sobre cinema. Isso me dá prazer e alegria. Investir em coisas boas e prazerosas deverá ser minha meta daqui para frente.
Portanto, o cinecabeça 2010 está de volta, com toda força e cheio de gás. Infelizmente, pela vida e pelas responsabilidades que assumi não poderei mais postar 2 ou 3 textos por semana. Meu tempo será mais curto, porém, uma vez por semana, com certeza, apresentarei para vocês um assunto novo, englobando sempre este mundo maravilhoso da sétima arte. Tentarei na medida do possível, ler os textos de vocês meus amigos, com carinho e atenção.
Confesso e admito que não poderei ler todos, então, selecionarei alguns para ler e comentar. As visitas serão mais rápidas, porém a qualidade e minha palavras serão honestas e sinceras, o que álias é uma característica minha. Não sou de falar aquilo que não sinto ou que não gosto. Procuro ser franca em minhas opiniões, como espero que vocês sejam comigo. Inclusive no meu último texto, que falou sobre o filme "O iluminado", ápos ler o comentário de alguns amigos, admito que fui muito grosseira ao expressar minha opinião sobre a atuação de Shelley Duval. Terei mais cuidado da próxima vez.
Bem, no mais, obrigada por tudo, vocês são super legais, senti uma "puta" falta de vocês, mas, a partir de hoje as conversas e os bate papos gostosos e saudáveis serão retomados.
Um beijinho super carinhoso desta balzaquiana que lhes escreve.

Você é feliz?



Meus amigos, gostaria de fazer um agradecimento especial ao "Cristiano Contreiras" do blog "APIMENTÁRIO". Foi ele o responsável por esta bela mudança em meu blog. Adorei! Ficou lindo. Muito Obrigada!!
Hoje vou colocar para vocês este texto que havia postado no meu antigo blog "devaneios de uma balzaquiana". Vou explicar rapidamente o por que da escolha deste assunto. Claro, que o cinema vai entrar no final da minha história. No entanto, achei o tema interessante. Baseado em uma experiência pessoal que vivenciei na semana passada que aborda exatamente este tema "a felicidade".
Há algum tempinho átras conheci um cara e começamos a sair. No decorrer do tempo descobri que tinha "uma ex-namorada" que depois fui perceber não era tão ex assim. O fato foi que ela descobriu meu telefone e começou a azucrinar minha vida. Durante os 4 meses que ficamos juntos ela me pentelhou de todas as formas possíveis (ligações diárias, mensagens escritas e faladas) nos mais variados horários e dias. Passei um mau bocado e tive até de trocar o número do meu celular. Por fim, dei um ponto final na história e mesmo assim, ela continuou me incomodando. O ruim foi que descobriu o telefone de minha casa e isso me aborreceu tremendamente. Com isso, a cada crise que ocorre entre os dois ela liga para mim novamente, achando que estou com ele.
E na semana passada para não perder o hábito ela me ligou de novo e me enviou uma mensagem depois (pelo orkut), pedindo desculpas. Por fim, dessa vez resolvi responder (por e-mail) e tive o retorno. Na mensagem, ela reconhece que o cara não presta, que é um safado. Porém, gosta dele e esta sofrendo muito e que não é feliz. Em uma das vezes passadas que me ligou e acabei atendendo ela disse a mesma coisa e inclusive "que a vida dela era uma merda" que não era "feliz".
Então faço meu questionamento: até que ponto somos os responsáveis por nossa felicidade? E nossas escolhas não refletem isso? E minha jovem personagem, por que ela não é feliz? A escolha cabe a ela e pelo que observei, a doença é tão grave que não consegue enxergar o caminho da tal felicidade.
Agora o texto escrito em abril:
Passeando em pleno shopping, curtindo uma bela noite, após ter cumprido com minhas obrigações e aproveitando para relaxar um pouco, pois ninguém é de ferro, sou surpreendida com esta pergunta: “Cíntia, você é feliz?” e na lata sem pestanejar respondo com a maior alegria do mundo: “sim, eu sou muito feliz”.
Caraca!!!!!! esta simples pergunta me fez perceber o quanto, mas o quanto mesmo eu sou feliz e agradeço a Deus por ter conseguindo alcançar isto em minha vida. E por favor, não pensem que é propaganda enganosa. Sou feliz e sou grata por isso. Mas, vamos ao que interessa de fato. Após responder a pergunta com um belo sorriso nos lábios, virei para a pessoa e perguntei o mesmo. Qual não foi minha surpresa ao escutar dela o contrário: “não, ainda não sou feliz”. Confesso que na hora fiquei super triste, mas consegui me controlar e não demonstrar meu sentimento. Continuamos nosso bate papo e eu infelizmente não conseguia parar de pensar na resposta dela. Felizes aqueles que conseguiram superar as adversidades que a vida nos impõe e alcançaram a tão sonhada “felicidade”.
Porém, o que é de fato “felicidade”? Ela pode ter variadas conotações, tudo irá depender da forma como a enxergamos.
Durante muitos anos, acreditei que minha vida fora um inferno astral. Família complicada, muito gorda, timidez excessiva, feiúra (nossa me achava à menina mais feia da face da terra), enfim, uma lista infinita de complicações para uma jovem adolescente entender. Com o passar dos anos, as coisas foram se amenizando. Ao entrar na fase adulta me deparei com a primeira grande perda de minha vida, a morte de minha mãe. Eu tinha 20 anos quando ela faleceu (infarto) e isso me deixou sem chão. Cai e cai feio, pois eu era extremamente dependente dela. De repente, me vi só, embora tivesse meu pai e minha irmã, sabia que as coisas não seriam como antes. Ela era meu porto seguro.
Perante isto, fui obrigada a crescer e amadurecer. Por um longo período, me fechei para a vida. Somente enxergava o aspecto negativo de tudo. Reclamava demais da minha vida. Não conseguia ver as coisas boas e maravilhosas que eu tinha e estava conquistando (amigos, trabalho, faculdade, fé, amor, etc).
Minha mãe, apesar de ter me educado para ela, passou-me valores tão importantes e bonitos que posteriormente com meu amadurecimento me ajudaram a mudar a visão que tinha da vida. Além disso, tive o privilégio e a alegria de encontrar nesta caminhada, amigos sinceros e verdadeiros que me ajudaram muito a descobrir o “caminho da felicidade”. Sou muito grata a eles. Encontrei seres ruins tb, mas quanto a eles tratei de não dar muita idéia e importância.
Avaliando tudo, percebo que a felicidade encontra-se nos pequenos detalhes. Não somos felizes 24 horas por dia durante 365 dias por ano. Em muitos momentos, estamos tristes ou infelizes por algum fato que nos incomode. O que vale é reconhecermos as coisas boas e alegres que Deus coloca em nossa vida diariamente. Agradecer e valorizar isto. E claro superar as dificuldades com otimismo e bom humor. Tudo passa, é só uma questão de tempo.
Custou muito, mas cheguei lá. Alcancei a minha felicidade e sou verdadeiramente feliz, embora muitas vezes tenha meus pequenos momentos de dor, tristeza e solidão.
Alguns filmes retrataram este tema de forma belíssima, como: "A procura da felicidade" (maravilhoso!!!uma lição de vida), "Na natureza selvagem" (explêndido!! a forma como o personagem principal se desprende de tudo é linda e comovente. Qeria te a coragem dele), "Simplismente feliz" ( a personagem é meio chatinha, mas a forma como ela é feliz é muito sincera) e "A felicidade não se compra" (lindooooooooooooooo, mágico, cativante, belo, enfim, de uma beleza absurda. Eu adoro este filme). Quem ainda não viu algum destes, por favor, pegue. Vale a pena.
E que todos consiguam alcançar a tão sonhada felicidade, principalmente a "personagem principal de meu texto".

Você é feliz?


Meus amigos, gostaria de fazer um agradecimento especial ao "Cristiano Contreiras" do blog "APIMENTÁRIO". Foi ele o responsável por esta bela mudança em meu blog. Adorei! Ficou lindo. Muito Obrigada!!
Hoje vou colocar para vocês este texto que havia postado no meu antigo blog "devaneios de uma balzaquiana". Vou explicar rapidamente o por que da escolha deste assunto. Claro, que o cinema vai entrar no final da minha história. No entanto, achei o tema interessante. Baseado em uma experiência pessoal que vivenciei na semana passada que aborda exatamente este tema "a felicidade".


Há algum tempinho átras conheci um cara e começamos a sair. No decorrer do tempo descobri que tinha "uma ex-namorada" que depois fui perceber não era tão ex assim. O fato foi que ela descobriu meu telefone e começou a azucrinar minha vida. Durante os 4 meses que ficamos juntos ela me pentelhou de todas as formas possíveis (ligações diárias, mensagens escritas e faladas) nos mais variados horários e dias. Passei um mau bocado e tive até de trocar o número do meu celular. Por fim, dei um ponto final na história e mesmo assim, ela continuou me incomodando. O ruim foi que descobriu o telefone de minha casa e isso me aborreceu tremendamente. Com isso, a cada crise que ocorre entre os dois ela liga para mim novamente, achando que estou com ele.

E na semana passada para não perder o hábito ela me ligou de novo e me enviou uma mensagem depois (pelo orkut), pedindo desculpas. Por fim, dessa vez resolvi responder (por e-mail) e tive o retorno. Na mensagem, ela reconhece que o cara não presta, que é um safado. Porém, gosta dele e esta sofrendo muito e que não é feliz. Em uma das vezes passadas que me ligou e acabei atendendo ela disse a mesma coisa e inclusive "que a vida dela era uma merda" que não era "feliz".
Então faço meu questionamento: até que ponto somos os responsáveis por nossa felicidade? E nossas escolhas não refletem isso? E minha jovem personagem, por que ela não é feliz? A escolha cabe a ela e pelo que observei, a doença é tão grave que não consegue enxergar o caminho da tal felicidade.
Agora o texto escrito em abril:
Passeando em pleno shopping, curtindo uma bela noite, após ter cumprido com minhas obrigações e aproveitando para relaxar um pouco, pois ninguém é de ferro, sou surpreendida com esta pergunta: “Cíntia, você é feliz?” e na lata sem pestanejar respondo com a maior alegria do mundo: “sim, eu sou muito feliz”.
Caraca!!!!!! esta simples pergunta me fez perceber o quanto, mas o quanto mesmo eu sou feliz e agradeço a Deus por ter conseguindo alcançar isto em minha vida. E por favor, não pensem que é propaganda enganosa. Sou feliz e sou grata por isso. Mas, vamos ao que interessa de fato.
Após responder a pergunta com um belo sorriso nos lábios, virei para a pessoa e perguntei o mesmo. Qual não foi minha surpresa ao escutar dela o contrário: “não, ainda não sou feliz”. Confesso que na hora fiquei super triste, mas consegui me controlar e não demonstrar meu sentimento. Continuamos nosso bate papo e eu infelizmente não conseguia parar de pensar na resposta dela. Felizes aqueles que conseguiram superar as adversidades que a vida nos impõe e alcançaram a tão sonhada “felicidade”.
Porém, o que é de fato “felicidade”? Ela pode ter variadas conotações, tudo irá depender da forma como a enxergamos.
Durante muitos anos, acreditei que minha vida fora um inferno astral. Família complicada, muito gorda, timidez excessiva, feiúra (nossa me achava à menina mais feia da face da terra), enfim, uma lista infinita de complicações para uma jovem adolescente entender. Com o passar dos anos, as coisas foram se amenizando. Ao entrar na fase adulta me deparei com a primeira grande perda de minha vida, a morte de minha mãe. Eu tinha 20 anos quando ela faleceu (infarto) e isso me deixou sem chão. Cai e cai feio, pois eu era extremamente dependente dela. De repente, me vi só, embora tivesse meu pai e minha irmã, sabia que as coisas não seriam como antes. Ela era meu porto seguro.
Perante isto, fui obrigada a crescer e amadurecer. Por um longo período, me fechei para a vida. Somente enxergava o aspecto negativo de tudo. Reclamava demais da minha vida. Não conseguia ver as coisas boas e maravilhosas que eu tinha e estava conquistando (amigos, trabalho, faculdade, fé, amor, etc).
inha mãe, apesar de ter me educado para ela, passou-me valores tão importantes e bonitos que posteriormente com meu amadurecimento me ajudaram a mudar a visão que tinha da vida. Além disso, tive o privilégio e a alegria de encontrar nesta caminhada, amigos sinceros e verdadeiros que me ajudaram muito a descobrir o “caminho da felicidade”. Sou muito grata a eles. Encontrei seres ruins tb, mas quanto a eles tratei de não dar muita idéia e importância.
Avaliando tudo, percebo que a felicidade encontra-se nos pequenos detalhes. Não somos felizes 24 horas por dia durante 365 dias por ano. Em muitos momentos, estamos tristes ou infelizes por algum fato que nos incomode. O que vale é reconhecermos as coisas boas e alegres que Deus coloca em nossa vida diariamente. Agradecer e valorizar isto. E claro superar as dificuldades com otimismo e bom humor. Tudo passa, é só uma questão de tempo.
Custou muito, mas cheguei lá. Alcancei a minha felicidade e sou verdadeiramente feliz, embora muitas vezes tenha meus pequenos momentos de dor, tristeza e solidão.
Alguns filmes retrataram este tema de forma belíssima, como: "A procura da felicidade" (maravilhoso!!!uma lição de vida), "Na natureza selvagem" (explêndido!! a forma como o personagem principal se desprende de tudo é linda e comovente. Qeria te a coragem dele), "Simplismente feliz" ( a personagem é meio chatinha, mas a forma como ela é feliz é muito sincera) e "A felicidade não se compra" (lindooooooooooooooo, mágico, cativante, belo, enfim, de uma beleza absurda. Eu adoro este filme). Quem ainda não viu algum destes, por favor, pegue. Vale a pena.
E que todos consiguam alcançar a tão sonhada felicidade, principalmente a "personagem principal de meu texto".