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A felicidade não se compra

Sexta-feira, 11 de dezembro, um dia de muito sol depois de uma semana com muita chuva, aconteceu minha confraternização de final de ano com o pessoal do meu trabalho. Um dia muito gostoso e agradável ao lado de alguns colegas, diretoras e a presidente do Sindicato. De manhã participamos de uma missa, celebrada pelo meu grande amigo padre Roberto e a tarde almoçamos e curtimos momentos alegres e divertidos. Vocês acreditam que a Fafá de Belem participou da festa? Pois é, até ela marcou presença. Na verdade foi um colega que se tranformou nesta excelente cantora e nos fez chorar de rir. Engraçadíssimo.
Ah, e preciso dizer, comi pra caramba. Devo ter engorado uns 200 kilos tamanha quantidade de ccalorias que ingeri. Mas, meus amigos não teve como resistir a um delicioso churrasco, com direito a um leitão a pururuca e as sobremesas de tirar qualquer um do sério. Ufa! Uma doce tentação. Depois eu corro átras do prejuízo.
A noite para não perder o hábito peguei um filme natalino para ver. Como não tinha outra boa opção e nem uma ótima companhia ao lado para fazer outra coisa, o jeito foi ver um filme. Peguei "A felicidade não se compra" do excelente diretor Frank Capra. Para mim um dos melhores filmes já realizados pelo cinema. E se tem uma história que fala de forma bonita e verdadeira sobre o real sentido do natal, e nunca fica velho é este aqui. Foi produzido em 1946 e concorreu aos oscars de melhor filme, diretor e ator. Porém, injustamente não ganhou nenhum.
O filme conta a história de um homem bom, correto e honesto que por um infortúnio do destino perde tudo que tem. Interpretado pelo ator James Stewart, numa atuação espetacular, pelo menos considero este um de seus melhores trabalhos, desesperado seu personagem toma uma atitude drástica, decide se matar. Um chefe de família exemplar, bom pai, bom marido, amigo, procura ajudar as pessoas sempre que pode sem desejar o retorno por parte deles. No entanto, um homem, oposto a ele atravessa seu caminho e uma coisa ruim acontece. Estamos na época de natal. A partir daí, desesperado e sem coragem de encarar sua família, a morte foi a saída encontrada para acabar com sua dor.
Ao tentar se atirar de uma ponte, de repente um anjo aparece em sua vida. Aos poucos este ser "iluminado" que precisa praticar uma boa ação para ganhar suas asas, vai mostrando a George tudo de bom que ele ja fez e a falta que irá fazer na vida de sua família e seus amigos. Uma belíssima lição. O filme nos mostra o quanto devemos acreditar no lado bom do ser humano e não perder a esperança na humanidade. Apesar de tudo de ruim que vemos mundo afora, ainda sim vale a pena acreditar que existem seres diferentes com coração bom, capazes de olhar ao próximo com amor, ajudando-os sem querer algo em troca. Amor em sua forma pura.
E o natal é justamente uma data que simboliza este ideal de amor e sentimentos bons. Momento para pararmos e refletirmos sobre nossas vidas e sobre o que podemos melhorar em nós. E não podemos esquecer que o natal representa verdadeiramente "o nascimento de Jesus Cristo", um ser que veio ao mundo dar o melhor de si para alcançarmos o melhor de nós.
Quem ainda não viu, por favor, aluguem, baixem na internet ou peguem com amigos, pois é uma das histórias mais comoventes que ja vi.







Você é feliz?



Meus amigos, gostaria de fazer um agradecimento especial ao "Cristiano Contreiras" do blog "APIMENTÁRIO". Foi ele o responsável por esta bela mudança em meu blog. Adorei! Ficou lindo. Muito Obrigada!!
Hoje vou colocar para vocês este texto que havia postado no meu antigo blog "devaneios de uma balzaquiana". Vou explicar rapidamente o por que da escolha deste assunto. Claro, que o cinema vai entrar no final da minha história. No entanto, achei o tema interessante. Baseado em uma experiência pessoal que vivenciei na semana passada que aborda exatamente este tema "a felicidade".
Há algum tempinho átras conheci um cara e começamos a sair. No decorrer do tempo descobri que tinha "uma ex-namorada" que depois fui perceber não era tão ex assim. O fato foi que ela descobriu meu telefone e começou a azucrinar minha vida. Durante os 4 meses que ficamos juntos ela me pentelhou de todas as formas possíveis (ligações diárias, mensagens escritas e faladas) nos mais variados horários e dias. Passei um mau bocado e tive até de trocar o número do meu celular. Por fim, dei um ponto final na história e mesmo assim, ela continuou me incomodando. O ruim foi que descobriu o telefone de minha casa e isso me aborreceu tremendamente. Com isso, a cada crise que ocorre entre os dois ela liga para mim novamente, achando que estou com ele.
E na semana passada para não perder o hábito ela me ligou de novo e me enviou uma mensagem depois (pelo orkut), pedindo desculpas. Por fim, dessa vez resolvi responder (por e-mail) e tive o retorno. Na mensagem, ela reconhece que o cara não presta, que é um safado. Porém, gosta dele e esta sofrendo muito e que não é feliz. Em uma das vezes passadas que me ligou e acabei atendendo ela disse a mesma coisa e inclusive "que a vida dela era uma merda" que não era "feliz".
Então faço meu questionamento: até que ponto somos os responsáveis por nossa felicidade? E nossas escolhas não refletem isso? E minha jovem personagem, por que ela não é feliz? A escolha cabe a ela e pelo que observei, a doença é tão grave que não consegue enxergar o caminho da tal felicidade.
Agora o texto escrito em abril:
Passeando em pleno shopping, curtindo uma bela noite, após ter cumprido com minhas obrigações e aproveitando para relaxar um pouco, pois ninguém é de ferro, sou surpreendida com esta pergunta: “Cíntia, você é feliz?” e na lata sem pestanejar respondo com a maior alegria do mundo: “sim, eu sou muito feliz”.
Caraca!!!!!! esta simples pergunta me fez perceber o quanto, mas o quanto mesmo eu sou feliz e agradeço a Deus por ter conseguindo alcançar isto em minha vida. E por favor, não pensem que é propaganda enganosa. Sou feliz e sou grata por isso. Mas, vamos ao que interessa de fato. Após responder a pergunta com um belo sorriso nos lábios, virei para a pessoa e perguntei o mesmo. Qual não foi minha surpresa ao escutar dela o contrário: “não, ainda não sou feliz”. Confesso que na hora fiquei super triste, mas consegui me controlar e não demonstrar meu sentimento. Continuamos nosso bate papo e eu infelizmente não conseguia parar de pensar na resposta dela. Felizes aqueles que conseguiram superar as adversidades que a vida nos impõe e alcançaram a tão sonhada “felicidade”.
Porém, o que é de fato “felicidade”? Ela pode ter variadas conotações, tudo irá depender da forma como a enxergamos.
Durante muitos anos, acreditei que minha vida fora um inferno astral. Família complicada, muito gorda, timidez excessiva, feiúra (nossa me achava à menina mais feia da face da terra), enfim, uma lista infinita de complicações para uma jovem adolescente entender. Com o passar dos anos, as coisas foram se amenizando. Ao entrar na fase adulta me deparei com a primeira grande perda de minha vida, a morte de minha mãe. Eu tinha 20 anos quando ela faleceu (infarto) e isso me deixou sem chão. Cai e cai feio, pois eu era extremamente dependente dela. De repente, me vi só, embora tivesse meu pai e minha irmã, sabia que as coisas não seriam como antes. Ela era meu porto seguro.
Perante isto, fui obrigada a crescer e amadurecer. Por um longo período, me fechei para a vida. Somente enxergava o aspecto negativo de tudo. Reclamava demais da minha vida. Não conseguia ver as coisas boas e maravilhosas que eu tinha e estava conquistando (amigos, trabalho, faculdade, fé, amor, etc).
Minha mãe, apesar de ter me educado para ela, passou-me valores tão importantes e bonitos que posteriormente com meu amadurecimento me ajudaram a mudar a visão que tinha da vida. Além disso, tive o privilégio e a alegria de encontrar nesta caminhada, amigos sinceros e verdadeiros que me ajudaram muito a descobrir o “caminho da felicidade”. Sou muito grata a eles. Encontrei seres ruins tb, mas quanto a eles tratei de não dar muita idéia e importância.
Avaliando tudo, percebo que a felicidade encontra-se nos pequenos detalhes. Não somos felizes 24 horas por dia durante 365 dias por ano. Em muitos momentos, estamos tristes ou infelizes por algum fato que nos incomode. O que vale é reconhecermos as coisas boas e alegres que Deus coloca em nossa vida diariamente. Agradecer e valorizar isto. E claro superar as dificuldades com otimismo e bom humor. Tudo passa, é só uma questão de tempo.
Custou muito, mas cheguei lá. Alcancei a minha felicidade e sou verdadeiramente feliz, embora muitas vezes tenha meus pequenos momentos de dor, tristeza e solidão.
Alguns filmes retrataram este tema de forma belíssima, como: "A procura da felicidade" (maravilhoso!!!uma lição de vida), "Na natureza selvagem" (explêndido!! a forma como o personagem principal se desprende de tudo é linda e comovente. Qeria te a coragem dele), "Simplismente feliz" ( a personagem é meio chatinha, mas a forma como ela é feliz é muito sincera) e "A felicidade não se compra" (lindooooooooooooooo, mágico, cativante, belo, enfim, de uma beleza absurda. Eu adoro este filme). Quem ainda não viu algum destes, por favor, pegue. Vale a pena.
E que todos consiguam alcançar a tão sonhada felicidade, principalmente a "personagem principal de meu texto".

Você é feliz?


Meus amigos, gostaria de fazer um agradecimento especial ao "Cristiano Contreiras" do blog "APIMENTÁRIO". Foi ele o responsável por esta bela mudança em meu blog. Adorei! Ficou lindo. Muito Obrigada!!
Hoje vou colocar para vocês este texto que havia postado no meu antigo blog "devaneios de uma balzaquiana". Vou explicar rapidamente o por que da escolha deste assunto. Claro, que o cinema vai entrar no final da minha história. No entanto, achei o tema interessante. Baseado em uma experiência pessoal que vivenciei na semana passada que aborda exatamente este tema "a felicidade".


Há algum tempinho átras conheci um cara e começamos a sair. No decorrer do tempo descobri que tinha "uma ex-namorada" que depois fui perceber não era tão ex assim. O fato foi que ela descobriu meu telefone e começou a azucrinar minha vida. Durante os 4 meses que ficamos juntos ela me pentelhou de todas as formas possíveis (ligações diárias, mensagens escritas e faladas) nos mais variados horários e dias. Passei um mau bocado e tive até de trocar o número do meu celular. Por fim, dei um ponto final na história e mesmo assim, ela continuou me incomodando. O ruim foi que descobriu o telefone de minha casa e isso me aborreceu tremendamente. Com isso, a cada crise que ocorre entre os dois ela liga para mim novamente, achando que estou com ele.

E na semana passada para não perder o hábito ela me ligou de novo e me enviou uma mensagem depois (pelo orkut), pedindo desculpas. Por fim, dessa vez resolvi responder (por e-mail) e tive o retorno. Na mensagem, ela reconhece que o cara não presta, que é um safado. Porém, gosta dele e esta sofrendo muito e que não é feliz. Em uma das vezes passadas que me ligou e acabei atendendo ela disse a mesma coisa e inclusive "que a vida dela era uma merda" que não era "feliz".
Então faço meu questionamento: até que ponto somos os responsáveis por nossa felicidade? E nossas escolhas não refletem isso? E minha jovem personagem, por que ela não é feliz? A escolha cabe a ela e pelo que observei, a doença é tão grave que não consegue enxergar o caminho da tal felicidade.
Agora o texto escrito em abril:
Passeando em pleno shopping, curtindo uma bela noite, após ter cumprido com minhas obrigações e aproveitando para relaxar um pouco, pois ninguém é de ferro, sou surpreendida com esta pergunta: “Cíntia, você é feliz?” e na lata sem pestanejar respondo com a maior alegria do mundo: “sim, eu sou muito feliz”.
Caraca!!!!!! esta simples pergunta me fez perceber o quanto, mas o quanto mesmo eu sou feliz e agradeço a Deus por ter conseguindo alcançar isto em minha vida. E por favor, não pensem que é propaganda enganosa. Sou feliz e sou grata por isso. Mas, vamos ao que interessa de fato.
Após responder a pergunta com um belo sorriso nos lábios, virei para a pessoa e perguntei o mesmo. Qual não foi minha surpresa ao escutar dela o contrário: “não, ainda não sou feliz”. Confesso que na hora fiquei super triste, mas consegui me controlar e não demonstrar meu sentimento. Continuamos nosso bate papo e eu infelizmente não conseguia parar de pensar na resposta dela. Felizes aqueles que conseguiram superar as adversidades que a vida nos impõe e alcançaram a tão sonhada “felicidade”.
Porém, o que é de fato “felicidade”? Ela pode ter variadas conotações, tudo irá depender da forma como a enxergamos.
Durante muitos anos, acreditei que minha vida fora um inferno astral. Família complicada, muito gorda, timidez excessiva, feiúra (nossa me achava à menina mais feia da face da terra), enfim, uma lista infinita de complicações para uma jovem adolescente entender. Com o passar dos anos, as coisas foram se amenizando. Ao entrar na fase adulta me deparei com a primeira grande perda de minha vida, a morte de minha mãe. Eu tinha 20 anos quando ela faleceu (infarto) e isso me deixou sem chão. Cai e cai feio, pois eu era extremamente dependente dela. De repente, me vi só, embora tivesse meu pai e minha irmã, sabia que as coisas não seriam como antes. Ela era meu porto seguro.
Perante isto, fui obrigada a crescer e amadurecer. Por um longo período, me fechei para a vida. Somente enxergava o aspecto negativo de tudo. Reclamava demais da minha vida. Não conseguia ver as coisas boas e maravilhosas que eu tinha e estava conquistando (amigos, trabalho, faculdade, fé, amor, etc).
inha mãe, apesar de ter me educado para ela, passou-me valores tão importantes e bonitos que posteriormente com meu amadurecimento me ajudaram a mudar a visão que tinha da vida. Além disso, tive o privilégio e a alegria de encontrar nesta caminhada, amigos sinceros e verdadeiros que me ajudaram muito a descobrir o “caminho da felicidade”. Sou muito grata a eles. Encontrei seres ruins tb, mas quanto a eles tratei de não dar muita idéia e importância.
Avaliando tudo, percebo que a felicidade encontra-se nos pequenos detalhes. Não somos felizes 24 horas por dia durante 365 dias por ano. Em muitos momentos, estamos tristes ou infelizes por algum fato que nos incomode. O que vale é reconhecermos as coisas boas e alegres que Deus coloca em nossa vida diariamente. Agradecer e valorizar isto. E claro superar as dificuldades com otimismo e bom humor. Tudo passa, é só uma questão de tempo.
Custou muito, mas cheguei lá. Alcancei a minha felicidade e sou verdadeiramente feliz, embora muitas vezes tenha meus pequenos momentos de dor, tristeza e solidão.
Alguns filmes retrataram este tema de forma belíssima, como: "A procura da felicidade" (maravilhoso!!!uma lição de vida), "Na natureza selvagem" (explêndido!! a forma como o personagem principal se desprende de tudo é linda e comovente. Qeria te a coragem dele), "Simplismente feliz" ( a personagem é meio chatinha, mas a forma como ela é feliz é muito sincera) e "A felicidade não se compra" (lindooooooooooooooo, mágico, cativante, belo, enfim, de uma beleza absurda. Eu adoro este filme). Quem ainda não viu algum destes, por favor, pegue. Vale a pena.
E que todos consiguam alcançar a tão sonhada felicidade, principalmente a "personagem principal de meu texto".


Up - altas aventuras


Domingo de sol. Um calor infernal. Resolvo levar meu filho de 2 anos e 8 meses ao circo.
No entanto, ao chegar no meu destino, desisto, pois com o calor que estava fazendo não daria para ficar bem embaixo de uma lona, provavelmente, quente até dizer chega.
Então, mudo de idéia no meio do caminho e resolvo ir ao cinema.

Que boa escolha eu fiz. Pegamos a sessão de 13:30 e assistimos ao filme "Up - altas aventuras".
Ótimo desenho. A história é muito bonita e sinceramente, acho que agradará mais a adultos do que crianças. A mensagem que passa é de uma beleza.

A história se baseia no sonho do velhinho Fredricksen (tive de copiar o nome da internet) de viajar com sua esposa, "a companheira e doce" Ellie, para a América do Sul, conhecer uma floresta onde desejavam morar. Infelizmente, por causa das dificuldades da vida, eles não conseguem concretizar tal sonho. A Ellie morre e ele fica sozinho, morando em sua velha casa. Eles não tiveram filhos e um viveu muito feliz ao lado do outro. Embora ele aparente ser chato e ranziza, na verdade era um velhinho solitário que gostaria de ter realizado seu grande sonho ao lado de seu amor.

Após, um determinado fato ocorrer em sua vida, ele resolve, enfim, viver a tão sonhada aventura sozinho. Ele leva consigo: "o livro de aventuras", que era da Ellie (uma espécie de diário). Porém um menininho muito fofinho, escoteiro e alegre chamado Russel o acompanha (por engano). Sua velha casa é o meio de transporte que ele utiliza. Isso mesmo. Como ele era vendedor de balões, foram eles os responsáveis pela sua viagem. São eles que carregam a casa nesta bela aventura.

A partir disso, uma série de situações acontecem, algumas engraçadas, outras mais sérias. Juntam-se a eles o cachorro Doug e um bichinho chamado Kevin. Numa das cenas, que considero a melhor, perto do final do filme o velhinho Fri, ao sentar em sua velha cadeira, lê o "livro de aventuras" de sua Ellie, constata que ambos foram felizes e que ela viveu com ele a "maior aventura de sua vida". Inclusive, agradece e pede para ele seguir em frente e continuar "a viver novas aventuras". Linda e comovente. Não me contive e acabei chorando. Enquanto isso, meu filhote pulando no meu colo, rindo das cenas.

O filme me surpreendeu pela simplicidade da história. Elementos simples e uma narrativa humana dão um toque especial. O velhinho e o menino formam uma dupla muito afinada, onde a "amargura" de um e a "alegria" do outro se unem para viver a maior aventuras de suas vidas.
Lealdade, companheirismo, amor verdadeiro, sinceridade, otimismo, tudo isso recheado em um belo filme que cativa e agrada a qualquer um que o assista.

Quem puder, vá assistir. Vale a pena.

Em 2010, teremos "Toy History 3". Espero que seja tão bom quanto o primeiro e o segundo.
É aguardar e conferir.